Últimas opiniões enviadas
Estava totalmente sem expectativas por conta do desastre que foi a 3º temporada (para mim). Eu já estava de saco cheio de ser sempre essa história de o casal se ignorar depois do casamento
(aconteceu na primeira, depois de a Daphne tecnicamente abusar do marido obrigando ele a gozar dentro, e na terceira temporada, com aquela palhaçada de o pau mole do Colin ficar bravo porque a Penelope era a Whistledown. Na segunda foi um haters to lovers, então eles se ignoravam antes, mas conta como ignorar. E, além disso, teve aquela palhaçada de o Anthony pedir a Edwina em casamento. Beleza que sempre tem uma palhaçada, a dessa vez foi o Benedict falar para a Sophie ser amante dele, mas pedir a irmã em casamento e falar o nome da Kate na hora de casar é sacanagem).
E puta merda, não esperava que o John fosse morrer agora, achei que fosse só na próxima temporada. Fiquei simplesmente chocada e chorei bastante por causa da Francesca. Também fiquei triste que a Violet não ficou com o Lord Anderson, mas tudo bem, ela não estava pronta. E a amizade da rainha e da Lady Danbury é TUDO pra mim!!! Espero que a Lady Danbury volte nas próximas temporadas, talvez um pouco mais do que as aparições do Anthony e da Kate, que praticamente foram para o ralo. Ah, adorei acompanhar o desenvolvimento da Posy! (Queria que ela continuasse aparecendo.) Ainda bem que a Rosamund e a mãe dela se ferraram. Odeio elas.
Duvidei de todo mundo que falou que se matou de chorar nesse filme, e, mais uma vez, eu estava errada. Aquela cena final teve tanta carga que me dilacerou.
Agnes e Will lidando com a morte do filho, entendendo a dor um do outro através da peça; entendendo que a dor é compartilhada mesmo no silêncio, com as mãos de todos estendidas por causa da morte do Hamlet, porque todos já perderam alguém, porque o luto está sempre aqui, pairando sobre a cabeça de todos nós.
Últimos recados
O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
Vi pela primeira vez em 22/09/18 e amei. Agora, anos depois, após a leitura do livro, parece algo totalmente diferente. Não achei tão empolgante, tão uau, tão tudo o que tinha achado antes. Não acho que a trilha sonora, que na época tinha amado, combina com a vibe de Gatsby. Gosto muito de alguns acréscimos, como o fato de o Nick ter basicamente ficado lelé das ideias depois de tudo o que aconteceu, mas ainda assim é algo que dá mais carga para o personagem conhecendo como ele é no livro do que no filme. Enxergar tudo pela visão do Nick nas páginas, como ele olha para o Gatsby, o que ele pensa do Gatsby, faz toda a diferença para esse envolvimento. Parece que essa obsessão dele se mostra em algumas partes do filme, mas não no filme inteiro. Apesar disso, é muito interessante como várias partes do livro se conectam bem com as cenas do filme, ainda mais no quesito estético, como o chá na casa do Nick para o Gatsby e a Daisy. Gosto muito também da atuação do DiCaprio como Gatsby e acho muito interessante como dá pra ver os momentos em que ele deixa a máscara cair e nos mostra o Gatz. Em geral, é um filme muito bom! Acho que se juntasse o filme com a trilha sonora do musical da Broadway (que, para mim, é justamente o contrário desse filme: a música combina, mas a estética é terrível), ficaria ótimo... o que não quer dizer que se tornaria uma adaptação perfeita, é claro. A questão de O Grande Gatsby (livro) é que, por ter um subtexto extremamente marcado e, ao mesmo tempo, quase invisível, a transposição para outros tipos de mídia se torna pontualmente difícil, porque tudo teria que estar alinhado para contar duas histórias ao mesmo tempo (estética, atuação, tempo, música, ângulos, o que é dito e o que fica nas entrelinhas), e é meio difícil alinhar tudo se... bom... se tem muita gente envolvida em vez de ser só você roubando o texto da sua esposa.