Gabi
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Últimas opiniões enviadas

  • Gabi
    11 anos atrás

    Eu gosto de filme-rotina por mostrar "sempre o mesmo" dos personagens, assim aos poucos vamos nos integrando lentamente aos seus movimentos, e ao jeito de cada um levar o seu dia. Apesar de toda movimentação nas caóticas ruas da Índia, os personagens falam muito pouco, boa parte do tempo estão sozinhos e a solidão pesa. "Eu acho que nós esquecemos coisas se não há ninguém para dizer-nos."

    A entrega de comidas é uma coisa intrigante, impossível de entender e ressalta o entregador: não há falhas! Mas é justamente na falha que o filme se desenrola: os personagens trocam cartas e se entregam às descobertas de si para o outro revelando igualmente suas falhas. Lembrei de trechinho de um livro: " É assim que a falha faz aparecer o implícito em toda sua extensão: a decepção faz nascer a aceitação global da coisa que se esperava. O choque da falha faz surgir um mundo que até então não se conhecia, ..." ( A invenção da paisagem - Anne Cauquelin).

    Durante um passeio, Isaajan Fernandez observa as pinturas de um artista que faz quadros do mesmo lugar e tudo parece igual, somente quando ele pára, é possível observa as sutis diferenças em cada pintura. Filmes assim nos põe no centro dos nossos hábitos: o que fazemos com a nossa vida, com o nosso tempo e com as nossos desejos?

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Dependendo do filme eu sou pura esperança, nesse caso acredito que, enquanto ela olha pela janela, ele, no trem de entregas, conseguirá encontrá-la a tempo.

    "Às vezes o trem errado nos leva ao lugar certo."

    editado
  • Gabi
    11 anos atrás

    enigmamor!

  • Gabi
    11 anos atrás

    Uma segunda chance? Como seria ter um duplo, um outro eu num reflexo da Terra? Será que esse outro seria a oportunidade de (re)pensar trajetórias, escolhas e erros já cometidos?

    Gostei muito do argumento que move o filme: a culpa, a solidão e a possibilidade de mudança mesmo que vislumbrado apenas no céu. As paisagens que compõem as cenas em que ela caminha é um deleite, imaginei o que seria ver a "outra Terra" junto a lua, ah! (ou qualquer outro planeta, desde que não fosse o Melancolia, vale ressaltar).

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Uma pena o desenrolar da trama num quase romance... desnecessário, mas o músico tocar um serrote, isso sim foi uma escolha de "outro mundo", e emitir algo próximo de uma voz, um mistério! (Não tem nada haver, mas com essas coisas de espaço e vozes lembrei do monolito no filme do Kubrick...corta!)

    O último minuto, esse sim, na minha opinião, vale o argumento do filme!

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