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Gostei mais desse do que do primeiro filme, principalmente por causa do final. Miranda e Andy continuam carregando a trama com suas personalidades opostas e marcantes, a história traz novos elementos e personagens interessantes que agregam ao enredo, os looks estão impecáveis como sempre e tudo o que fez o primeiro ser tão bom continua aqui, mas com os personagens um pouco mais experientes e mostrando mais camadas.
A melhor coisa do filme são as partes musicais e a caracterização do Jaafar e do ator que faz o MJ criança. Em alguns momentos eles ficam idênticos ao MJ, mas o filme não mostra nada além disso. Falta história, aprofundamento e explicações pra muita coisa. Podiam ter explicado melhor o porquê da transição de cor e terem mostrado mais da concepção e do impacto do Thriller, por exemplo. O filme até cumpre o básico, que é entreter, mas o roteiro é apressado e o foco é mostrar ele apenas no seu auge. Quem quiser saber mais da vida dele vai ter que ir atrás dos documentários, inclusive sugiro o Thriller 40 e Bad 25, que são muito bons. Espero que na parte 2 se atentem mais pra esses erros, mas prevejo que vão tentar repetir o que foi feito aqui, já que a família do MJ teve muito controle sobre a história.
Faz tempo que eu não via um clássico e gostava tanto. Tudo funciona: a história, o suspense, as atuações incríveis de Bette Davis e Joan Crawford, a trilha sonora característica dos anos 60 — que, nos momentos de tensão, torna as cenas ainda mais impactantes, a reviravolta final. Bette incorpora com maestria tanto a crueldade de sua personagem, quanto a sua inocência, ao revisitar as lembranças da infância, ao mesmo tempo em que evidencia a deterioração psicológica em que ela se encontra. Agora entendi por que Madonna cita Bette Davis em Vogue. Maravilhosa demais.