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  • Coringa Delírio a Dois explora com maestria a dualidade entre Arthur Fleck e o Coringa, utilizando o formato de musical para intensificar a idolatria em torno da figura caótica do vilão, enquanto expõe a negligência social enfrentada pelo homem real. As músicas desempenham um papel fundamental, trazendo uma leveza que suaviza momentos duros e intensos, criando um contraste intrigante. Joaquin Phoenix mais uma vez entrega uma atuação brilhante, utilizando seu corpo para distinguir claramente o frágil Arthur do descontrolado Coringa, reforçando as camadas psicológicas e emocionais do personagem.

    Veja meu pitaco completo em vídeo em @pitacos.cinematograficos.

  • Lion: Uma Jornada para Casa (Lion) 1,9K

    Lion: Uma Jornada para Casa

  • Texto publicado em pitacoscinematograficos

    De onde viemos? Essa é a questão mais importante feita pela humanidade ao longo dos tempos. Todas as culturas tem sua tentativa de resposta, ainda que não tenhamos até hoje uma resposta definitiva. Normalmente a pergunta é feita num sentido mais amplo, na tentativa de entender como e porquê existimos. Mas, num sentimo mais restrito, e se você não sabe exatamente sua origem, quem é você e quem é sua família? Essa é a história real contada em Lion: Uma Jornada para Casa.

    Na trama conhecemos Saroo, um pobre menino indiano de 5 anos que se perde de seu irmão mais velho em uma estação de trem na Índia e vai parar em Calcutá, a 1600 quilômetros de sua casa, cidade em que até mesmo o idioma mais comum, bengali, é diferente do que ele fala, hindi. Após uma difícil jornada pelas ruas, ele é adotado por uma família australiana.

    Vinte anos depois, o jovem Saroo está perfeitamente assimilado na cultura australiana. Porém, pouco sabe de sua origem. E acaba por se sentir um estrangeiro em qualquer lugar. É um indiano na Austrália sem quase qualquer conexão com sua Índia natal e é um australiano na Índia que apenas lhe traz sensações de uma passado distante e quase esquecido. Atormentado por resgatar suas origens passa obsessivamente a tentar recuperar seus fragmentos de memória aliado a tecnologias modernas, em especial o então revolucionário Google Earth, para conseguir descobrir a cidade em que vivia.

    Um spoiler óbvio: ele vai encontrar sua família. Claro! Se assim não fosse, essa história não teria sido escrita no livro Uma Longa Jornada para Casa e nem ganhado as telas dos cinemas. E aí, com um final mais do que previsível baseado em um livro em que na maior parte do tempo relata a investigação de Saroo, como fazer uma história que funcione nas telas? Primeiro, metade do filme será usada para mostrar as desventuras do pequeno Saroo no cenário pobre da Índia. E na segunda parte o filme focará bastante na questão da redescoberta da identidade e em quanto sua busca afetou sua relações com seu entorno. É um roteiro bem feito que não precisa depender de grandes revelações e que emociona.

    O elenco trabalha bem. Dev Patel é o Saroo adulto e faz um bom trabalho, indicado a melhor coadjuvante no Oscar, claramente por dividir o protagonista com o encantador menino Sunny Pawar. A questão de indicar alguém a protagonista ou coadjuvante sempre gera polêmica (no ano passado Alicia Vikander venceu como coadjuvante sendo que era claramente coprotagonista de A Garota Dinamarquesa), e aqui seria melhor se Patel disputasse o prêmio principal. Nicole Kidman interpreta sua mãe adotiva em um trabalho muito delicado, dando voz aos adotantes. Também no elenco está Rooney Mara como a namorada de Saroo.

    A direção é bem feita. Muito do filme, especialmente na fase em que o pequeno Saroo está perdido é feito sem diálogos, o que exige que a história seja bem contada. A fotografia é bonita, explorando tanto a paisagem vasta da Índia quanto sua multidões multi coloridas. Também destaca-se um contraponto entre as cores quentes usadas nas sequências da Índia com as cores mais frias usadas para a Austrália.

    Suas 6 indicações ao Oscar (filme, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, roteiro adaptado, fotografia e trilha sonora) são todas merecidas. O diretor estreante no cinema Garth Davis e a boa edição também poderiam ter sido incluídos na lista.

    Lion é um filme comovente, que não precisa de usar muitos dos clichês do gênero de dramas pessoais, e que toca no nosso desejo de saber quem somos. Um filme bonito que agrada a diversos públicos.

  • Moonlight: Sob a Luz do Luar (Moonlight) 2,4K

    Moonlight: Sob a Luz do Luar

  • TEXTO PUBLICADO NO MEU BLOG: PITACOSCINEMATOGRAFICOS.BLOGSPOT.COM

    O que nos define, nossa personalidade ou nosso entorno e nossos relacionamentos? Essa é a questão que acompanha Moonlight.

    A trama mostra uma jornada de autodescoberta de Chiron, mostrando três momentos de sua vida: infância, adolescência e idade adulta. Ao longo desse processo iremos acompanhar como sua personalidade extremamente introvertida e tímida foi se moldando com sua realidade dura dos guetos negros de Miami.

    O filme é um estudo de personagem que escolhe alguns temas principais, como confiança, sexualidade, carinho e afeto. As relações de Chiron com as pessoas ao seu redor, como sua mãe drogada, seu melhor amigo e com um traficante que acaba por assumir uma figura paterna são o eixo que conduz o filme.

    O roteiro, tal qual o personagem principal é bastante econômico em palavras. Muito mais do que as palavras é dito na linguagem corporal dos atores. A ambiguidade de sentimentos e de ações sempre está presente. Assim como em O Lagosta, o personagem principal é muito fechado em si mas demonstra um desejo profundo de encontrar alguém para se conectar.

    O elenco faz um trabalho excepcional e mereceria um prêmio caso o Oscar premiasse um elenco reunido, como o faz o SAG Awards (prêmio do sindicato dos atores que inexplicavelmente neste ano foi para o fraquíssimo Estrelas Além do Tempo). Tanto Mahershala Ali quanto Naomie Harris fazem jus às suas indicações ao Oscar de coadjuvante, criando personagens moralmente ambíguos. Também merecem destaque os garotos que interpretam Chiron e especialmente Trevante Rhodes como Chiron adulto.

    A direção é bem focada em seus personagens, com muitas tomadas fechadas e poucas tomadas abertas. O que vale aqui é acompanhar as figuras retratadas, e não destacar o ambiente físico. A fotografia tem um brilho intenso, dando resplendor às peles negras dos atores, e é bastante saturada, fazendo um bom uso da luz natural abundante do sul da Flórida.

    Recebeu 8 indicações ao Oscar 2017 (filme, diretor, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, roteiro adaptado, fotografia, edição e trilha sonora), todas com seus méritos. Deve ficar com as estatuetas de ator coadjuvante e de roteiro adaptado.

    Moonlight é um filme sobre autodescoberta e identidade. Um bom filme em que se destaca a qualidade do elenco e um roteiro que preza mais pelos silêncios do que pelos discursos.

  • Filmow 9 anos atrás

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Marcelo 10 anos atrás

    opa, legal, vamos que vamos, vamos seguir sim e pode anunciar no grupo, vamos somar sempreeeeeeeeeee

  • Marcelo 10 anos atrás

    Ola legal seus artigos, gostaria de participar do grupo no face AMANTES DA SETIMA ARTE, venha tapete vermelho ok
    https://www.facebook.com/groups/amantesda7arte/