Últimas opiniões enviadas
O filme foca a questão da honra e orgulho, principalmente no fechamento do segundo arco narrativo quando os protagonistas vão embora da casa da tia (o primeiro seria até a morte da mãe).
Vejo como um furo do roteiro o Seita não ter ido buscar o dinheiro da família antes, ter esperado a notícia da morte do pai para fazer isso, inclusive tendo furtado e deixado a irmã sob doença. Vejo que ele teria que ter voltado para a casa dos tios. Na cena que a polícia libera-o depois de um furto fica claro que isso acontece pela informação de seu pai ser da marinha.
É bela a relação dos irmãos, sendo que a irmã mais nova é agradável, não é aquelas crianças chatas de filmes.
Vale a reflexão que um cenário de guerra muda toda a sociedade. Duas crianças sem os pais nesse cenário não teriam como dar certo, de fato não dão. A tragédia dá-se por completo com a morte de toda a família.
Fiquei mais triste com a morte da irmã, porque o irmão poderia tê-la salvo. Um erro de cálculo do irmão levou sua irmã à morte. Mas são crianças... não teria como serem responsabilizadas.
É um filme difícil de assistir, expõe fraquezas dos seres humanos. É um belo filme.
Filme boboca...
Entendo que esteja mirando no público pré-adolescente e adolescente, mas mesmo assim é fraco na argumentação.
No início do filme temos uma cena da aluna discutindo com a prof de Educação Física, é um diálogo confuso e débil.
O filme progride no que poderia ser interessante, na entrada ao mundo do Jumanji, mas novamente é frágil, carregado e denso.
Uma hora de filme interrompi a atividade e desisti do filme.
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Amores Expressos é um romance sensível ao assistir. Sensível por ser perene, frágil, rápido e passageiro. Assim é o Amor representado neste filme.
Vemos apresentado um grande centro urbano, com seu agito e caos muito demarcado. Os fãs de fotografia irão deleitar-se com os enquadramentos e desfoques, para representar movimento e confusão.
Tantas pessoas e tanta solidão. Os protagonistas do primeiro arco estão nesse contexto, tendo seu encontro marcado como que por um suspiro de alívio. De um lado uma mulher vinculada a crimes e recém trapaceada, de outro um homem recém divorciado tentando recomeçar. A falta de nomes aos personagens, às ruas, aos bares, etc coadunam com o ritmo impessoal a que o filme se propõe.
Há um contraste do antiamor observado no longa com a sua trilha sonora, esta última consegue ser muito romântica e acolhedora. Isso traz um suspiro de alívio.
O segundo arco narrativo é menos caótico e deslumbra a um Amor mais cronológico e preemeditado. Temos doses de humor contagiante com a personagen Faye.
Recomendo o filme aos que buscam um olhar cético e sóbrio sobre as relações humanas e sobre a efemeridade da vida e do Amor.