Rafael Sady
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Últimas opiniões enviadas

Professor Polvo (My Octopus Teacher) 387

Professor Polvo

  • Rafael Sady
    5 anos atrás

    Tem uma fotografia maravilhosa, mas a narrativa me pareceu apelativa e romantizada para um documentário.

    editado
  • Sinfonia Insana (1ª Temporada) (Mozart in the Jungle (Season 1)) 79

    Sinfonia Insana (1ª Temporada)

  • Rafael Sady
    5 anos atrás

    como não amar o Gael?

  • Ninguém Sabe que Estou Aqui (Nadie sabe que estoy aquí) 146

    Ninguém Sabe que Estou Aqui

  • Rafael Sady
    5 anos atrás

    Eu queria ter algo muito menos sincero para dizer além de dizer sobre como o filme "Ninguém sabe que estou aqui" toca e é tocado pelo amargo dom da arte de ser único, de dizer muito mais do que o óbvio e muito menos ficcional do que a própria realidade nos direciona. Eu queria dizer muito mais do que a própria necessidade de venda de estereótipos, marcados pelo que, convencionalmente, se dita belo; marcados pelo que não se atinge - por atingir cicatrizes do corpo e da alma, por desdenhar dos padrões estáticos. Eu queria ter muito mais a dizer sobre como o corpo segrega minimalisticamente uma cultura livre, tão logo ininteligível desejo se faz pelo que não se traduz consciência de si e do mundo; nunca há de se traduzir o corpo de Eros em beleza plena ou, proporcionalmente equivalente, a um utópico modelo de sensualidade, porque da voz, por exemplo, se faz exíguo o corpo, ainda mais da voz que fala e diz. E da voz que exprime toda a tarefa de ter força, desta voz soa toda a beleza do corpo e da alma, sem observar de que corpo se fala. A verdade, às vezes, vem como um vômito, vem tão depressa, vem sem medo de ultrapassar tudo o que se pode por para fora. A beleza, às vezes, também vem como um vômito. Não só da voz vem a metáfora, mas do brilho de ser genial na imagem.
    Nadie sabe que estoy aquí.

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