Últimas opiniões enviadas
A receita perfeita e já assisti sabendo que ia gostar: sol e mar espanhóis, relação cheia de camadas entre mãe e filha e simbolismos nada sutis.
Não sei se estou mais em choque com o final em aberto ou detalhe da seda que Sofia ganhou de Ingrid, em que ela pensa que está bordado “beloved”, mas na verdade é “beheaded”.
Não foi minha comédia romântica inglesa preferida. Só gostei pela presença do Hugh Grant em seu auge de beleza e humor refinado.
O que conseguimos pegar da trama é o que ocorre durante as cerimônias, e não o que acontece entre elas. Por isso o telespectador pode estranhar os lapsos.
É até compreensível o Charles cair em um noivado com alguém que não ama inteiramente, pois o número de casamentos em um tempo curto o jogou num abismo dúbio sobre ter alguém e o medo de prosseguir só o consumiu. Deu pra perceber sobre durante o diálogo no funeral do Gareth com o Tom. Uma pena foi a falta de responsabilidade com a Henrietta.
Porém, faltou conceito para a personagem Carrie. Impossível criar alguma feição ou estima, porque o enredo pra ela ficou a desejar.
Enfim, achei superestimado.
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Oi... Tudo bem?
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Carmín, abandonada pela mãe e chegou à puberdade sem ter presença paterna. Este, encarcerado desde quando a protagonista era um bebê. Isso explica o sentimento quase incestuoso que ela cultiva pelo pai, confunde o que deveria ser laço de paternidade. Atuação estrondosa da atriz que a interpreta!