Últimas opiniões enviadas
Assisti esse filme pela primeira vez em 2015 e agora 10 anos depois, e ele me destruiu novamente. Certamente um dos filmes nacionais mais sensíveis que temos.
Triste demais a dedicatória noticiando o suicídio de dois dos irmãos. Zezé, muito mais cedo, quase foi pelo mesmo caminho.
Dentre tantas coisas, acho que é principalmente um filme sobre o peso avassalador das violências e das perdas na infância e sobre a redenção possível a partir de vínculos capazes de fornecer verdadeiro olhar e afeto, coisas fundamentais à vida, combustíveis para a ressignificação.
"This is what I have right now. And no matter how much better, whatever I imagine in my head, it's not as real as what I do have. So, it's hard, isn't it? Being a person."