Rodrigo Geraldo
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  • Rodrigo Geraldo
    8 anos atrás

    O filme traz um elenco de peso que conta com Robin Wright (a Claire, de House of Cards), David Thewlis (o Lupin, da franquia Harry Potter), Danny Huston (X-Men Origens: Wolverine) e Ewen Bremner (Trainspotting – Sem Limites).

    Sob a direção de Patty Jenkins, as cenas de ação valorizam o poder da protagonista, por vezes ignorada pelos homens na trama, sob a realidade do século XX, onde as mulheres não podiam sequer votar. Cada frase de efeito e soco dado por Diana é recebido com um senso de dever cumprido ao mostrar o poder feminino nesta história. Cabelos voando e poses clichê alinhados à trilha sonora e uma direção de arte grandiosa fazem a entrega. Para a tristeza de alguns e alegria de outros (como eu), espere muitas cenas em slow motion dos Snyders (produtores do filme), que pareceram se entender bem com o trabalho da diretora. Alguns aspectos da fotografia são bem positivos na construção do filme, como a diferença da paradisíaca Themyscira, toda colorida e vívida, e o mundo real, todo cinza e nada bonito da primeira guerra mundial.

    Há alguns pontos fracos também, claro. A fotografia escura do filme atrapalha na compreensão de algumas cenas de ação. A personagem Doutora Veneno poderia ter sido mais destacada, pois faltou explorar mais a motivação da personagem e, por último, sempre me incomodam filmes com cenas em países estrangeiros (como Alemanha, neste caso) onde todos ficam falando inglês, e ainda pior, com sotaque (?). Mesmo Assassin’s Creed (2017), que não foi muito bom, ficou impecável nesse ponto. Mas tudo bem, Mulher-Maravilha é bem mais global e deve-se entender que os jovens precisam entender as falas, sem legendas.

    Com este acerto no universo da DC, os fãs esperam algo semelhante ou ainda melhor dos outros filmes solos de heróis como Aquaman, Flash e Ciborgue, com datas de estreia já marcadas. Se entregarão ou não, quem sabe? O que podemos dizer é que a nossa heroína com certeza já fez sua parte!

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