Últimas opiniões enviadas
meh...
Pelos comentários e por ser uma recomendação, eu esperava bem mais.
Achei o filme arrastaaaado. Sinto que faltou algumas amarrações no enredo e que com algumas coisas aqui e ali o plot twist poderia ser bem mais impactante... como, por exemplo:
1- Se o Chema estivesse de fato envolvido no esquema snuff, que matou a Vanessa e as outras, e tivesse desistido de participar da morte da Angela por ter se apaixonado por ela.
2 -Ou ainda que os 3 a tivessem matado mesmo na cena da "sala de edição"...
Pessoalmente, o filme não surpreende. Não consegui me sentir engajada de acordo com que as revelações aconteciam no filme.
Tem sim bons momentos de tensão, boas "pistas", construções de cenas interessantes e um tema fora do padrão.
Ao menos valeu para dar uma variada dos filmes norte americanos.
No mais, ótima cena final, que põe o dedo na ferida e escancara a hipocrisia humana.
Lembro de assistir esse filme na infância e do meu apreço.
O roteiro e a direção são bem criativos, muito diferente do que encontramos no cinema nacional.
Adoro a forma que a história é contada e montada, com a narração do André e seu voyeurismo e, como você não consegue prever o desenrolar dos acontecimentos.
A cereja do bolo é no fim podermos acompanhar a perspectiva da Silvia.
Mas confesso que, assim como alguns comentários pontuaram, o filme parece arrastado pra 2 horas.
Últimos recados
dois filmes que não pareciam fazer tanto impacto mas acabei curtindo pra corolho :v
Vamos conversar sobre Observar e Absorver! VAMOS!
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“Eu odeio essa casa. São só coisas brilhantes.”
Demolição é um dos meus filmes favoritos, pois aborda de maneira muito singular questões que me tocam muitíssimo.
Hoje sinto seu significado mais profundo, ainda que tenha sido amor à primeira vista; um dos motivos é que após conhecer o luto pude experimentar algo muito similar sobre o vazio de emoções e a mudança de perspectiva sobre o material e questionamento sobre a forma e o propósito de estar na vida.
O protagonista vive basicamente em um piloto automático, uma vida normal e boa sobre a ótica padrão da sociedade, performando suas expectativas. Porém o luto o desperta a curiosidade, a necessidade de estar atento aos detalhes, saber “o que tem dentro” como é explorado literalmente no filme.
O “prestar atenção” me faz pensar na minha crença de que o filme é sempre sobre quem os assiste, sobre o que nos toca.
Para mim o filme exprime o poder da amizade, da troca, da expressão vulnerável e sincera. E também amor, pois trata-se de um filme onde o crescimento “espiritual” (dimensão da nossa realidade mais íntima, onde corpo, mente e o espírito são um só) é nutrido nas relações, utilizando a definição de amor que conheci com a escritora Bell Hooks. Eu vejo amor nesse filme.
E exprime também liberdade, o filme manifesta a nossa responsabilidade e condenação em ser livres, nunca podemos escapar de nós mesmos.
Além disso, é muito bonita a forma que o filme retrata uma relação digna com a criança.