Rafael
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Estes são os meus filmes e séries favoritos

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Últimas opiniões enviadas

Memories of a Dead End (Memories of a Dead End) 1

Memories of a Dead End

  • Rafael
    4 anos atrás

    Na realidade o casal de velhinhos desvendam o mistério da trama logo no início. Pense nisso!

  • O Teorema Zero (The Zero Theorem) 220

    O Teorema Zero

  • Rafael
    11 anos atrás

    "O nada é a possibilidade própria do ser e sua única possibilidade. E
    mesmo esta possibilidade original só aparece no ato absoluto que a
    realiza. O nada, sendo nada de ser, só pode vir ao ser pelo próprio ser.
    Sem dúvida, vem ao ser por um ser singular, que é a realidade humana.
    Mas este ser se constitui como realidade humana na medida em que
    não passa do projeto original de seu próprio nada. A realidade humana
    é o ser, enquanto, no seu ser e por seu ser, fundamento único do nada
    no coração do ser". (Sartre)

    Guinnes para o filme com o maior número de temas de existencialismo (filosofia) tratados ao mesmo tempo. O roteiro é brilhante, os detalhes - e sim você precisa pausar a cada dois para absorver todos - é de uma complexidade incrível. No entanto, o filme peca pelo ritmo estranho. Acredito fortemente que foi proposital, mas ele não consegue a empatia com

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    nós

    .

    Como lí na crítica do Omelete, a escolha da personagem feminina como manic pixie dream girl (termo recém aprendido) me soou muito alem de um deliberação, ela tem papel preponderante na trama toda. É uma decisão bastante arriscada de tirar uma profundidade da personagem para fortalecer os contornos da história (não do personagem principal) e que acaba deixando o expectador ainda mais distante.

    O final que conclui corretamente a trama. Pouca coisa que assisti conclui tão dignamente assim. Mas eu fiquei com uma impressão que também propõe uma "brincadeira" com pintura/artes quando ele efetua cetos movimentos ao sol. Foi interpretação minha ou realmente existe essa referência, alem de sol, luz, fundo chapado, contorno à frente e principalmente amarelo? Por favor discorde.

  • O Sinal: Frequência do Medo (The Signal) 373

    O Sinal: Frequência do Medo

  • Rafael
    11 anos atrás

    Decepcionante. Pare por um momento e diga: o que eu levei de bom deste filme?

    Reflita os pontos:
    + O uso da mistura de vários gêneros é bacana e você demora um longo tempo para ficar consciente disto, mas o final infantil sustenta a colcha de retalhos?
    + A objetificação da personagem feminina em que ela pode ser frágil quando necessitar, chorar quando não há uma grande conflito, dormir mesmo que já tenha feito por horas antes e fazer cara de vazia quando não for interessante que ela conflite com o personagem principal, é tão desnecessária, que do meu ponto de vista até coloca por terra todo o argumento do final explicado pelo personagem do Laurence Fishburne sobre a relação da soma entre humanos e extraterrestre. Estaria eu exagerando ou conheci poucas mulheres na vida?
    + Eu vejo Deus Ex Machina em todos os segmentos do filme. Você não?
    + Também não vejo a necessidade de colocar enigmas gratuitos que serão descartados com o final só pela graça de aumentar a confusão, ou teria?

    + Os flashbacks servem para que mesmo?

    Todas as idéias são incríveis e o filme realmente poderia figurar entre a elite da ficção, mas faltou cuidado. Tenho certeza que um bom roteirista poderia ter aproveitado todas estas idéias, descartado todo o dinheiro com CGI, helicópteros militares, explosões e outras frivolidades para entregar uma sequência consistente, que realmente queira explorar o sentimento humano. O que eu senti é que era uma sequência de poses, com as melhores caras e bocas que pudéssemos fazer. Ninguém se importou como isso ficaria na sequência. Só vamos juntar e ver no que dá. Ou faltou conhecimento para eu compreender isso?

    Você irá sentir alguns arrepios ou torcer pelo personagem principal em vários momentos, mas a entrega abrupta do final é um golpe tão baixo que desqualifica tudo o que foi construído e torna as passagens de gêneros - que são soltas - ainda mais longes do que tudo aquilo representa.

    Eu poderia não ser tão genial e usar o "Emotions, I remember" do álbum Human Equation do Ayreon que concluiria com muito mais classe esse final, usando um recurso tão simples quanto e que abraçaria as transições malucas entre os gêneros. Ou deixar absolutamente entregue o final para a audiência se impressionar e achar um sentido, posando como o cara que conseguiu tentar tudo e fazer você explodir a cabeça com um final que ninguém imaginaria...

    editado
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