Michele
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Últimas opiniões enviadas

  • Michele
    6 anos atrás

    Se decepcionará quem acha que este é um filme de terror. Eu caracterizaria como um drama gore. Visceral, intenso, bem dirigido. A fotografia é linda.
    A dor e a solidão daquilo que não é dito, quando as relações tóxicas nos comem por dentro, e não existe empatia, mas apenas interesse, conveniência, a solução é sempre arrastar tudo para luz do dia e sacrificar nossos algozes, um por um.
    Midsommar é uma fábula para adultos.

  • Michele
    7 anos atrás

    O que nos torna humanos?
    O filme é bizarro, aquela cena de sexo é bizarra de fato, mas o filme tem uma fotografia linda, atuações incríveis e provoca uma reflexão muito interessante.

  • Michele
    7 anos atrás

    "A coisa mais adulta que você pode fazer é falhar nas coisas que você se importa."

    A fala da mãe da personagem Kit é uma das frases que ficaram para mim desse filme. Reconheço que não é um filme extremamente poderoso, mas ele tem uma sutileza e uma fofura e estranheza muito legais. Todo o enredo é baseado, ao meu ver, em uma metáfora. Crescer é difícil, se comprometer e correr o risco de falhar é difícil, assumir responsabilidades é difícil. Talvez, nossos sonhos de infância jamais deveriam ser esquecidos, mas aglutinados em nossas responsabilidades, afinal para que sonhos servem se não podemos ou tentamos torná-los realidade?
    A ao tentar tornar realidade, precisamos de maturidade para encarar as falhas, para se esforçar e falhar grandiosamente e só assim, crescer de fato, sermos nossas próprias pessoas, e não apenas navegar pelos dias, se escondendo no sofá ou na zona de conforto.
    A cena da apresentação do aspirador foi maravilhosa, Kit não se sente pertencedora do mundo, e o medo de rejeição por pensar fora da casinha é o que a leva de volta para seu casulo. Mas ser diferente, ser estranho, ser bizarro não são aspectos negativos, muito pelo contrário. Nossas bizarrices nos fazem únicos, e o mundo é cheio de pessoas que tentarão a todo custo nos colocar em um quadrado, em uma norma, em um padrão, a liberdade de renunciar a essas normas é catártica, a liberdade de ser quem somos é indescritível.
    Aqui então, temos dois pontos que me tocaram muito no filme: a coragem que precisamos ter para crescer e ser quem somos. Achei muito delicado e estranho, ao mesmo tempo que me fez todo sentido.
    Já diria Nina Simone: "liberdade é não ter medo."

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