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cresci numa locadora de estórias
que hoje fazem parte de mim
de minha história de
meu filme.
Adoro a atmosfera noventista de Araki, um dos meus diretores de queer cinema favoritos. A química e tensão sexual entre os personagens é o ponto forte do enredo, além da trilha sonora. É o filme menos non-sense do diretor e aborda as incertezas que o vírus do HIV provocou, e de certa forma, ainda provoca entre os relacionamentos homoafetivos. Vi o longa na telona de uma Mostra, e a experiência foi mais envolvente do que imaginava.