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A Pior Pessoa do Mundo mostra que não saber quem você é não é um defeito, é uma fase. Longa, confusa e às vezes cansativa. O amor não aparece como salvação, mas como encontro entre pessoas em tempos diferentes, que às vezes só fazem sentido por um momento. No fim, é menos sobre “gostei ou não gostei” e mais sobre o quanto esse filme conversa com o momento que você está vivendo.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria me deixou com uma sensação estranha. É uma agonia que vai crescendo, apertando, como se o filme não deixasse você respirar direito. A forma como ele trata a maternidade, sem idealizar, sem tentar aliviar, só mostrando o peso, a culpa e essa tentativa insistente de aceitar que não precisa ser perfeita pra ser mãe. Terminei com um nó no peito, como se tivesse sentido tudo junto com ela.