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Procurando uma forma de se livrar da cadelinha de estimação de sua mulher, o prefeito de uma cidadezinha do interior promove Mazza a "Chefe da Carrocinha". É o suficiente para que ele apronte suas trapalhadas e vire o inimigo número 1 da cachorrada. O que ele não esperava era ficar apaixonado por uma caipirinha linda e louca pelos bichinhos!!!
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- gosto mais dos filmes do mazzaropi fazendo o personagem caipira, mas esses urbanos também são bem divertidos
- prefeito safado, mostrando como grande parte dos políticos não prestam
- o roteiro é o básico do mazza, mas tem cenas marcantes
É leve e tem o humor característico de Mazzaropi. Não é uma grande história, mas é isso que o faz ser o que é: simples, mas competente.
O que me faz gostar muito dos filmes de Mazzaropi é quase o mesmo que me faz gostar de filmes antigos americanos. Eu gosto muito de ver como eram as coisas antigas: como eram os costumes, as roupas, maneiras, linguagens etc. Mas os de Mazzaropi são ainda melhores, porque são nacionais. E, para alguém que foi nascido e criado nos anos 90, que ainda pegou uma boa parte das coisas antigas, isso soa muito nostálgico.
Notei e me relembrei que, antigamente, as pessoas se visitavam mais, geral se conhecia (principalmente no interior) e todo mundo, vira e mexe, estava se visitando ou se encontrando em datas que não eram as de festa ou especiais. E eu sinto muita falta disso — apesar de que, mesmo que fosse assim ainda hoje, não seria a mesma coisa, obviamente. Será que tudo isso teve fim com o ínicio das tecnologias, como pc e celular?
Assistido em 19/05/2025.
É bem construído, mas já vi a mesma história em 400 filmes com o Mazzaropi. Nota 6,0
As comédias tanto interioranas como urbanas dos filmes de Mazzaropi nunca me agradaram satisfatoriamente. Aqui neste filme "Mazza" trabalha para um prefeito tirano que odeia animais. Sua função é a de fazer à "limpa" em todos os cachorros da cidade. Com uma boa idéia do roteiro em esconder todos os bichos na casa da noiva de Jacinto (Mazzaropi), interpretada pela cantora e atriz Doris Monteiro, como um meio de burlar a lei, ao invés da matança dos dogs afundados num rio. A Carrocinha fica bem na média diante outras obras do humorista. Destaque para o sambista paulista Adoniran Barbosa como sogro de Mazza; com bons momentos entre os dois.
Acho que demorei a ver esse filme. É difícil hoje desvencilhar-se da percepção de uma série de preconceitos/discursos por trás do personagem caipira do Mazza. Incomoda-me demasiadamente o racismo, ainda que esteja alerta quanto a leituras anacrônicas do cinema/literatura nacionais e à importância dessr ator/humorista/diretos para o cinema nacional. Para mim, uma boa comédia da época - que não envelheceu bem. Destaque para algumas cenas com os cachorros, muito fofas. E Adoniram Barbosa, claro!, como o pai da mocinha da história.