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Duração
Rita (Deborah Secco) se apaixona perdidamente por Camilo (Luigi Barricelli), mas há um problema: ela está noiva de Vilela (Ilya São Paulo), o melhor amigo de Camilo. Em dúvida sobre o futuro, Rita decide consultar uma cartomante. Porém o que as cartas lhe revelam indicam um caminho diferente do que diz sua psicóloga, Dra. Antônia (Sílvia Pfeifer).
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- tava achando estranho o filme ter esse título e não mostrar a cartomante, quando ela é revelada acaba deixando tudo bem pior
- a ideia original, que vem do livro do machado de assis é ótima, mas a execução do filme é fraca e risível
- começa até bem, mas vai só piorando, o final é corrido e a reviravolta é uma das mais mal feitas que já vi
- a trilha e a edição rápida é muito a cara dos anos 2000
Drama nacional da Cinética Filmes e Imovision que foi baseado no conto homônimo de um dos escritores brasileiros mais conhecidos, Machado de Assis (1839-1908). O conto original de 3 páginas do século passado foi considerado muito melhor. As filmagens duraram apenas 4 semanas e foram realizadas na cidade do Rio de Janeiro, R.J., Brasil.
Estréia do diretor carioca Wagner de Assis, que ainda dirigiu filmes de temática espírita, como: Nosso lar (10), Kardec (19), Chico para sempre (22) e Nosso lar 2: Os mensageiros (24). Foi também o 1° e único filme como diretor de Pablo Uranga para o cinema, um argentino radicado no Brasil. Este filme é uma versão de A cartomante (74), de Marcos Faria.
É um filme curioso e peculiar, engraçado e alguns momentos, com atrizes lindas e sensuais, como Deborah Secco e Giovana Antonelli. A trilha sonora beira não é muito inspirada, o design de produção e os enquadramentos (principalmente a dinâmica entre os contra-planos) não conseguem alcançar o mínimo solicitado pelos manuais mais básicos de linguagem cinematográfica.
A ideia pareceu boa,mas a execução é totalmente falha.Drama que não consegue usar bem seus personagens e em certos momentos não tem como segurar o riso com algumas situações.
>Assistido em 03 de Novembro de 2024
os cineastas brasileiros conseguem a proeza de estragarem uma boa história.
Depois reclamam de preconceito.
Eu que me diverti com o filme tenho algo em comum com vocês que criticaram. Só fui na onda sem explicar por quê