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A Revolução Russa fez com que vários integrantes da nobreza local fugissem para a China e Hong Kong, que na época era um protetorado inglês. Lá cresceram suas filhas que, apesar de terem títulos nobiliárquicos, precisaram se prostituir para sobreviver. Uma destas mulheres é Natascha (Sophia Loren), condessa de pai russo, que é apresentada ao empresário Ogden Mears (Marlon Brando) quando o navio dele aporta em Hong Kong. Ogden e Harvey (Sydney Chaplin), seu amigo, saem com Natascha e outras mulheres na mesma situação, acreditando que apenas as verão naquele dia. Porém, quando o navio deixa Hong Kong, Ogden encontra Natascha escondida no guarda-roupas de sua cabine. Ela deseja ir para os Estados Unidos, onde poderá recomeçar sua vida, mas para tanto precisa da ajuda de Ogden para não ser descoberta como clandestina. Inicialmente reticente, aos poucos Ogden aceita a idéia de ajudá-la.
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A Countess from Hong Kong (1967), no Brasil A Condessa de Hong Kong.
Sinceramente, não esperava grande coisa desse filme, mas ele conseguiu ficar ainda abaixo das minhas expectativas. São poucas as cenas realmente engraçadas e, embora talvez tenha sido um título aceitável para a época, hoje ele soa bastante saturado e datado.
O que realmente vale a pena é a presença de Marlon Brando e Sophia Loren, além da boa atuação de Sydney Chaplin, que esteve muito bem. Tippi Hedren também aparece,
mas apenas no final.
Confesso que não reconheci Charlie Chaplin na cena em que ele aparece como um funcionário do navio. Foi uma participação bem rápida e discreta, quase imperceptível.
Assistido em 09/05/2026
Produzido, dirigido, roteirizado e com música de Charlie Chaplin.
Pra mim, a única coisa que se salva nesse derradeiro filme de Chaplin como diretor é a deslumbrante presença da estonteante estrela italiana Sophia Loren. A atuação de Marlon Brando foi muito criticada por sua suposta má vontade, resultado de seus desentendimentos com o diretor e o ego de ambos. Essa obra foi considerada a pior de Chaplin.
Como sou fã da filmografia deste icônico comediante e realizador britânico, não achei o resultado tão ruim assim.
"A Condessa de Hong Kong" é apenas uma comédia romântica banal e ingênua. Dou três estrelas pela nostalgia e só.
Me lembro perfeitamente de tê-lo visto nos primeiros anos do SBT pela extinta Sessão Longa-Metragem Legendada, no início da década de 80.
Uma ótima história conduzida pelo Chaplin, se em Casamento ou Luxo faltam bons protagonistas, aqui esse vazio é preenchido e mesmo sem a presença do Chaplin no elenco (assim como no primeiro citado) o filme funciona brilhantemente. Nota 8,0
Confesso que interessei-me em ver este filme pela direção de Charles Chaplin (seu último trabalho na direção) comumente pelo casal Marlon Brandon e Sophia Lorem. Contudo, esperei mais desta comédia romântica. O problema foi que o roteiro é repetitivo demais nalgumas situações envolvendo o casal como as sequências dentro do quarto do protagonista, quiçá as batidas de pessoas interrompendo o casal e a briga de quem vai dormir no sofá. Mas o filme reserva bons momentos e vale uma olhadela tanto pelo casal quanto o último trabalho cinematográfica de Charles Chaplin. Destaque para cenografia muito bem feita para época.
Despedida do Charles Chaplin da direção e tbm o último que me faltava assistir, é uma comédia romântica bem repetitiva que se restringe a uma mesma cena cômica sempre que é alguém tocando campainha e a Sophia Loren que estava no auge da beleza se escondendo, Marlon Brando estava nitidamente atuando no automático, elenco ainda tem o filho do Chaplin, Sidney, que sempre participou de projetos do pai e o próprio Charles fazendo uma pequena participação, é um filme no máximo mediano para terminar a filmografia do gênio da comédia.