Narrativa elegante em um romance pouco usual e emocionalmente intenso.
Armand de Montreal(Guillaume Depardieu) e Antoinette de Langeais(Jeanne Balibar) desejam o outro de formas opostas, vivem em diferente sintonia neste romance proibido. Ambos buscam o controle absoluto. Os jogos da relação e de domínio tornam-se cada vez mais fascinantes e fortes durante o filme.
Tanto Armand quanto Antoinette vivem esse amor com muita intensidade e entrega emocional, porém jamais deixam tal sentimento se tornar maior que seus egos e orgulhos próprios. As convenções da época, as tradições, a religião e a aceitação da sociedade também tornam tal relação mais difícil.
Vermos as constantes inversões da trama e gangorra emocional dos protagonistas é o que move o filme, é o que torna tudo tão interessante. A coragem em provocar um grande distanciamento na relação do casal principal quando o filme avança também deve ser destacada.
Gosto bastante da frase final. Uma frase que define o espírito deste amor igualmente potente e abstrato.
"Não Toque no Machado/A Duquesa de Langeais" é uma obra que certamente não é fácil de ser apreciada pela grande maioria, mas quem já possui alguma familiaridade com filmes que optam por dedicar a contar suas histórias através de um ritmo mais lento e detalhista dificilmente não se envolverá com a história.
A história em si é interessante, mas achei a atriz pouco expressiva e isenta de tão grandioso atrativo para despertar a paixão de alguem tão rapidamente, ela mal balbuciou algumas palavras e lá estava ele derretido? Como assim? Durante o filme o que ela sentia guardou pra si, pois não se via a chama de amor, sei lá não gostei da atuação dessa atriz neste filme, não sei em outros. O filme é razoável.
Um filme monótono. Não critico a tentativa do diretor de reunir as 3 artes em um só como a literatura, teatro e cinema, mas deixou o filme parado e chato. Jeane Balibar só fez caras e bocas, mas não conseguiu surpreender.
Narrativa elegante em um romance pouco usual e emocionalmente intenso.
Armand de Montreal(Guillaume Depardieu) e Antoinette de Langeais(Jeanne Balibar) desejam o outro de formas opostas, vivem em diferente sintonia neste romance proibido. Ambos buscam o controle absoluto. Os jogos da relação e de domínio tornam-se cada vez mais fascinantes e fortes durante o filme.
Tanto Armand quanto Antoinette vivem esse amor com muita intensidade e entrega emocional, porém jamais deixam tal sentimento se tornar maior que seus egos e orgulhos próprios. As convenções da época, as tradições, a religião e a aceitação da sociedade também tornam tal relação mais difícil.
Vermos as constantes inversões da trama e gangorra emocional dos protagonistas é o que move o filme, é o que torna tudo tão interessante.
A coragem em provocar um grande distanciamento na relação do casal principal quando o filme avança também deve ser destacada.
Gosto bastante da frase final. Uma frase que define o espírito deste amor igualmente potente e abstrato.
"Não Toque no Machado/A Duquesa de Langeais" é uma obra que certamente não é fácil de ser apreciada pela grande maioria, mas quem já possui alguma familiaridade com filmes que optam por dedicar a contar suas histórias através de um ritmo mais lento e detalhista dificilmente não se envolverá com a história.
Rivette sabe o que faz, ótimo diretor.
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Muito Bom.
Daqueles que vc começa a assistir e faz maior esforço para terminar. Não desenvolve muito e não te envolve. Mas, valeu.
A história em si é interessante, mas achei a atriz pouco expressiva e isenta de tão grandioso atrativo para despertar a paixão de alguem tão rapidamente, ela mal balbuciou algumas palavras e lá estava ele derretido? Como assim? Durante o filme o que ela sentia guardou pra si, pois não se via a chama de amor, sei lá não gostei da atuação dessa atriz neste filme, não sei em outros. O filme é razoável.
Também lançado no Brasil como "Não toque no machado"
Um filme monótono. Não critico a tentativa do diretor de reunir as 3 artes em um só como a literatura, teatro e cinema, mas deixou o filme parado e chato. Jeane Balibar só fez caras e bocas, mas não conseguiu surpreender.