Norah Larkin (Anne Baxter) é uma bela telefonista que está apaixonada por um recruta que está em ação na Coréia. Ao saber que ele ficou apaixonado por uma japonesa, ela impulsivamente concorda em se encontrar com um desenhista, Harry Prebble (Raymond Burr), um conhecido mulherengo. Os dois jantam no Gardênia Azul, onde ela acaba ganhando uma gardênia azul. Norah se deixa embebedar e aceita o convite de Prebble para ir ao apartamento dele. Ela chega a beijá-lo, pensando que está com seu namorado, mas pára ao tomar consciência da situação. Harry tenta "forçar a barra" e os dois brigam. Ela acaba saindo correndo do apartamento, deixando a gardênia que tinha ganho e seus sapatos. Acontece que Prebble é encontrado morto na manhã seguinte e Norah não consegue se lembrar de nada do que houve, admitindo a possibilidade que tenha assassinado Harry.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
O mistério estava bem desenvolvido, até ser revelado rápido demais.
Noir e Firtz Lang não tem como dá errado. Não é dos melhores do diretor no noir, mas é um ótimo filme. O maior destaque é a grande atuação da Anne Baxter, ela está excelente. A direção de Lang é mais uma vez ótima. O mistério é muito bem feito até o final, que não gosto muito de como se dá a reviravolta. Tem seus problemas, mas é um ótimo noir.
Mais um pitoresco exemplar languiano da década de 1950, que flerta com o 'noir', obedece às convenções do gênero (e é um tanto prejudicado por elas), possui instantes maravilhosos no uso da iluminação (ou da falta de..., vide o pisca-pisca na seqüência da chegada à redação do jornal) e, principalmente, uma ótima construção de personagens femininas: a diferença de personalidades entre o trio de colegas de quarto é ótima. De um lado, a leitora ávida de 'pulp fiction', que age como uma comentadora interna da trama; do outro, uma divorciada lasciva e monogâmica, que alinhava as relações entre as pessoas. No meio, a songa-monga vivida por Anne Baxter, que amadurece a fórceps, após uma sucessão de traições em relação à confiança que ela insiste em depositar nos homens. O terço final é bastante inferior aos outros dois, mas a direção é tão boa, o humor é tão inteligente, a construção de época é tão rica que, caramba, só tenho a a aplaudir o que senti vendo este filme algo inusitado. O uso de músicas que se repetem (tanto a do Nat King Cole quanto a do Richard Wagner) é algo particularmente genial! - WPC>
Blue gardenia
now I'm alone with you
and I am oh so blue...
Não vi ninguém comentando aqui mas um dos pontos altos do filme é a amizade do trio das telefonistas.
É um bom suspense só o final com a conclusão do caso que eu achei algo muito corrido.