Baseado na história real de Sarah Travis, uma menina de 15 anos que começou a viciar-se no álcool quando sentiu dificuldades em se adaptar a nova vida com a mãe Jean e o padrasto, após o divórcio dos pais, e também teve problemas com a nova vizinhança e a nova escola. Rejeitada pelos colegas Sarah passou a beber cada vez mais tornando-se uma dipsomaníaca.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
"Sarah T. - Portrait of a Teenage Alcoholic" é um filme impactante e corajoso que, apesar de sua idade, ainda é capaz de provocar reflexão. É uma obra essencial para quem se interessa por dramas sociais e por histórias que, mesmo dolorosas, são importantes para a compreensão da condição humana. A atuação memorável de Linda Blair e a direção sensível de Richard Donner fazem deste filme uma peça atemporal sobre a luta contra o vício e a busca por redenção.
Bom filme, me lembro que passou no SBT nos anos 80, mas não lembro de ter visto, bom roteiro com a pegada e o ritmo dos anos 70, lento, cadenciado, contando a história de uma jovem que se torna alcoólatra, ótima atuação de Linda Blair, serve como curiosidade para cinéfilos e adoradores de cinema.
Um telefilme do qual tive conhecimento devido a alguém partilhar que ia ler o livro em que este filme foi baseado num grupo de leitura numa rede social.
A garota da capa do livro não me era estranha, fui pesquisar e dei de caras com o filme e fiquei surpreendida por essa garota se tratar nada mais nada menos que de Linda Blair, a famosa Regan do clássico de terror "O Exorcista".
Tal como no clássico de terror, a Linda Blair tem uma performance irrepreensível neste filme. É incrível o talento que manifestava tão jovem e também o facto de ser escolhida para papéis sempre tão densos...Não sei se por isso ou pelo rótulo de ser a miúda de "O Exorcista", Linda não teve o merecido reconhecimento, inclusive neste telefilme que passou bem no anonimato.
É um filme duro e bem realista! Nota-se bem que é um telefilme e deu-me alguma pena disso, pois acho que com uma melhor produção poderia ter sido mais reconhecido e ainda melhor explorado, ou pelo menos com um final não tão apressado e mesmo tipicamente ao estilo televisivo.
Bom filme com Linda Blair mostrando as consequencias do alcoolismo que atingia indices alarmantes nessa época nos Estados Unidos. O filme é de TV e teve incentivo público do governo para ser rodado. Não chega a ser uma obra prima do cinema mas passa uma mensagem poderosa que a bebida é sim uma droga como qualquer outra. Duas cenas me impactaram muito:
1) Quando a Sarah fica com um garoto desconhecido apenas para beber alcool. Ela praticamente se vendeu ao vício.
2) Quando o garotinho de 11 anos dá seu depoimento sobre o vício, que começou aos 9.
Veja sem grandes pretensões de que seja um clássico memorável, ele passa uma mensagem importante e só. Atuações medianas adolescentes, e cenário simples.
Uma curiosidade: Utilizaram essa foto da Linda Blair na capa do filme bebendo na xicara para o novo reboot do O Exorcista (é possível ver no trailer), achei engraçado pois ela já era 3 anos mais velha aqui! hahaha
Antes mesmo de seus sucessos de crítica e bilheteria como foram A Profecia, Superman, Os Gonnies e Máquina Mortífera o saudoso Richard Donner rodou este filme sobre o vício ao álcool de uma adolescente americana excluída pelos seus amigos de escola e deveras introspectiva baseada em história real e bem vivificada por Linda Blair (A garotinha do Exorcista).
O filme é sensível por mostrar os desajustes sociais e familiares de uma famílias classe média americana. Linda Blair acerta por mostrar uma Sarah Travis introspectiva, calada e melancólica, mas, quando ingere o alcool se transforma. O elenco está ótimo contendo bons atores como; Larry Hagman, Verna Bloom e Mark Hamill. A direção de Richard Donner apesar de lembrar um formato de telefilme não dispensa sensibilidade e veracidade a história.
Um verdadeiro 'achado' na filmografia deste diretor fantástico.