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Nova Inglaterra, 1892. O milionário Rufus Sinclair tinha um medo terrível de ser enterrado vivo. Após o funeral, cláusulas do seu testamento para prevenir que fosse enterrado vivo são desrespeitadas pela sua família. Logo uma figura mascarada começa a rondar a propriedade da família e matar seus membros, sendo que cada um deles é morto da forma que lhe causa mais pavor.
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The Curse of the Living Corpse 1964, no Brasil, A Maldição.
Pô, eu queria ter gostado mais, o clima sombrio e a ambientação bem dark são um ponto forte, isso é inegável, principalmente na forma como o filme usa a mansão, os cenários fechados e a iluminação baixa para criar aquela sensação típica dos filmes de terror da época, porém só isso não sustenta personagens desinteressantes e com certa falta de personalidade e características marcantes, e isso acaba pesando bastante, porque é um tipo de filme que depende muito do elenco para funcionar.
Eu não simpatizei com nenhum personagem, e poucos foram os que eu gravei o nome, justamente porque falta algo que diferencie um do outro, todos parecem meio genéricos dentro da própria história, e, quando isso acontece, o suspense perde força, porque você não se importa tanto com o que vai acontecer com eles.
Mas eu amo o cinema mais antigo, em especial filmes de terror, então, mesmo quando o filme não é grande coisa, eu ainda consigo aproveitar certas coisas, seja a atmosfera, o jeito de filmar ou até o ritmo mais simples que esses filmes costumam ter.
Por mais clichê que seja a história, e eu já ter visto, se pá, uns dois filmes com a mesma temática, aquela coisa de herança, família reunida, maldição e gente morrendo aos poucos dentro de um lugar isolado, e o medo de ser enterrado vivo, ainda assim é um tipo de enredo que eu gosto, porque faz parte de uma época em que o terror era muito mais baseado em clima do que em susto fácil. Inclusive, em vários momentos, eu achei que era algum tipo de remake ou adaptação de outra história que eu já tinha visto, porque a estrutura é muito parecida com vários filmes dos anos 50 e 60 que seguem exatamente esse mesmo modelo.
Mesmo assim, eu assisti, justamente por ser um filme curto e por ter elementos dos quais eu gosto, como o visual mais gótico, o tom sério e essa tentativa de criar mistério sem depender de efeitos, o que hoje em dia é cada vez mais raro. Não é um filme que eu diria que é bom, mas também não é daqueles impossíveis de ver, fica mais como uma curiosidade para quem gosta de terror antigo, como é o meu caso, e só por isso já valeu a experiência.
Assistido em 23/03/2026.
Assisti no YouTube com o título de "Tumba maldita", também genérico mas um pouco menos do que o simples "A maldição".
A premissa é clichê, o medo de ser enterrado vivo, explorado em vários filmes da época principalmente em adaptações de Edgar Allan Poe, e a realização é bastante teatral, com atuações exageradas.
As mortes até são criativas mas a identidade do assassino é previsível e a narrativa arrastada.
É a estreia de Roy Scheider no cinema (creditado como Roy R. Scheider).
Apesar de ter achado bem mediano, sempre acredito que é válido conferir filmes antigos pouco conhecidos, seja por curiosidade cinéfila ou para entretenimento mesmo.
Esse foi muito melhor do que eu esperava, a história não apresenta nada de novo, mas o filme tem um bom clima e algumas mortes ficaram legais. Vale também pela presença do Roy Scheider em início de carreira. Merece uma chance!
Bom argumento e ponto de partida e um jovem Roy Scheider.
Assisti ao filme pela nota alta dada aqui e o achei apenas razoável . Final previsível e antes da metade do filme eu já sabia quem era o culpado . Não é a 1ª vez que um filme com notas altas não me agrada . O oposto também acontece .