Ben e Marian conseguem alugar uma mansão por um valor estranhamente baixo e depois que se mudam para a casa Ben começa a ter explosões de violência, enquanto Marian passa a maior parte do tempo no quarto da velha senhora que tem que cuidar mas que ninguém jamais conheceu. À medida que "acidentes" vão acontecendo a casa parece ficar cada dia mais nova, e seus habitantes não tem como sair.
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Burnt Offerings 1976, no Brasil A Mansão Macabra. Eu não sabia que esse filme tinha um elenco tão pesado. Conforme iam aparecendo os nomes nos créditos iniciais, minha expectativa foi crescendo bastante. Oliver Reed, Bette Davis e Burgess Meredith já entregam uma qualidade alta só pela presença.
Durante todo o filme foi assim: expectativa crescente, esperando alguma revelação grande. Na minha cabeça eu ia criando várias teorias, mas no final acho que essas expectativas nunca foram totalmente confirmadas.
Eu acho meio vaga a justificativa para tudo ser psicológico ou a casa ter poder sobre quem está dentro dela. Esperava algo mais elaborado, uma explicação melhor dos donos da casa ou até da própria Marian (Karen Black), já que ela é a única que sobrevive.
Entendi que a casa suga a energia das pessoas para se manter intacta e sempre se renovar. Por isso os moradores originais estavam “alugando” a casa, pois já estavam velhos e não tinham mais forças para sustentá-la. Isso fica bem perceptível quando vemos a Tia Elizabeth (Bette Davis) perdendo a vitalidade, com os cabelos ficando cada vez mais grisalhos cena após cena, além dos eventos estranhos e das alterações de comportamento da família.
Ben (Oliver Reed) é quem sofre com isso inicialmente, especialmente na cena da piscina com o filho David (Lee Montgomery). Mas quem mais tem o comportamento e as atitudes alteradas é a própria Marian, que parece se importar mais com a casa do que com a própria família e desenvolve uma obsessão pelo quarto da Sra. Allardyce.
O problema é que, para um filme de quase 2 horas usado para construir tudo isso, a cena final é bem abrupta. Ficamos o tempo todo na expectativa de algo grandioso e, quando finalmente acontece, é muito rápido. Acho que esse desfecho poderia ter sido melhor explorado.
Ben morre rapidamente ao cair do último andar da casa e ainda por cima cai dentro do carro onde David estava. David morre com a casa desabando em cima dele. No final, aparece uma foto dos três membros da família mortos no porta-retratos, junto com uma imagem da casa novinha em folha.
No geral, o filme tem uma atmosfera ótima e boas atuações, mas deixa aquela sensação de que poderia ter entregado mais no final.
Assistido em 09/07/2026
Burnt Offerings 1976, no Brasil A Mansão Macabra. Eu não sabia que esse filme tinha um elenco tão pesado. Conforme iam aparecendo os nomes nos créditos iniciais, minha expectativa foi crescendo bastante. Oliver Reed, Bette Davis e Burgess Meredith
Durante todo o filme foi assim: expectativa crescente, esperando alguma revelação grande. Na minha cabeça eu ia criando várias teorias, mas no final acho que essas expectativas nunca foram totalmente confirmadas.
Eu acho meio vaga a justificativa para tudo ser psicológico ou a casa ter poder sobre quem está dentro dela. Esperava algo mais elaborado, uma explicação melhor dos donos da casa ou até da própria Marian (Karen Black), já que ela é a única que sobrevive.
Entendi que a casa suga a energia das pessoas para se manter intacta e sempre se renovar. Por isso os moradores originais estavam “alugando” a casa, pois já estavam velhos e não tinham mais forças para sustentá-la. Isso fica bem perceptível quando vemos a Tia Elizabeth (Bette Davis) perdendo a vitalidade, com os cabelos ficando cada vez mais grisalhos cena após cena, além dos eventos estranhos e das alterações de comportamento da família.
Ben (Oliver Reed) é quem sofre com isso inicialmente, especialmente na cena da piscina com o filho David (Lee Montgomery). Mas quem mais tem o comportamento e as atitudes alteradas é a própria Marian, que parece se importar mais com a casa do que com a própria família e desenvolve uma obsessão pelo quarto da Sra. Allardyce.
O problema é que, para um filme de quase 2 horas usado para construir tudo isso, a cena final é bem abrupta. Ficamos o tempo todo na expectativa de algo grandioso e, quando finalmente acontece, é muito rápido. Acho que esse desfecho poderia ter sido melhor explorado.
Ben morre rapidamente ao cair do último andar da casa e ainda por cima cai dentro do carro onde David estava. David morre com a casa desabando em cima dele. No final, aparece uma foto dos três membros da família mortos no porta-retratos, junto com uma imagem da casa novinha em folha.
No geral, o filme tem uma atmosfera ótima e boas atuações, mas deixa aquela sensação de que poderia ter entregado mais no final.
Assistido em 09/07/2026
Antes do iluminado na existia um filme que alguém se mudava pra outro lugar e começava a enlouquecer. Ótimo!
Sabemos exatamente de onde veio a inspiração para "O Iluminado".
Vi o filme por causa da Bette Davis e nesse ponto ele foi decepcionante já que a estrela aparece pouco em um papel apagado. Esse acabou sendo o menor dos problemas do filme. A sua história é confusa e mal desenvolvida. A direção entrega algumas poucas boas sequências onde há alguma tensão. Na maior parte do tempo o ritmo é irregular. O roteiro parece uma colcha de retalhos que mistura "O iluminado" com "Psicose" com resultado desanimador.