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Data de lançamento
2 Março 2001Duração
Jerry Welbach (Brad Pitt) é um gângster que recebeu recentemente dois ultimatos. O primeiro de seu chefe mafioso, que lhe deu como missão viajar para o México a fim de trazer uma pistola antiga inestimável, chamada de "a mexicana", que traz consigo uma maldição lendária. O segundo é de sua própria namorada, Samantha Barzel (Julia Roberts), que cobra de Jerry que ele largue seu serviço de gângster e arranje um emprego honesto. Enquanto que Samantha ameaça largá-lo, o chefe de Jerry ameaça matá-lo caso ele não vá recuperar a pistola. Entre as duas ameaças, Jerry resolve ir até o México trazer "a mexicana", principalmente depois de saber que Samantha será mantida como refém pelos mafiosos até que ele retorne com a lendária pistola.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
IMPRIMATUR - visto no cinema em 2001:
Na época eu achei o filme muito estranho pela forma que foi vendido... sabendo que não se trata de uma comédia romântica, pode até funcionar melhor hoje em dia.
Avaliação em nota: 5.7
Uma road trip caótica e divertida. Adorei o personagem do James Gandolfini e fiquei triste com o fim dele.
Unica coisa boa desse filme foi o cachorro que fez companhia com o Brad Pitt o de resto foi uma bagunça e num nivel de exagero absurdo.
Me surpreendi do quanto o Brad Pitt e a Julia Roberts estão sexys aqui (era perfeita). No começo até pensei que ia gostar, depois achei uma grande bagunça sem nenhum sentido
A Mexicana é um filme que mistura comédia romântica, ação e crime, apostando mais no carisma de seus protagonistas do que na coerência do enredo. Dirigido por Gore Verbinski, o longa acompanha Jerry Welbach (Brad Pitt), um gângster atrapalhado dividido entre o mundo do crime e o desejo de manter seu relacionamento com Samantha Barzel (Julia Roberts).
A trama se desenvolve a partir de uma missão aparentemente simples: viajar ao México para recuperar uma pistola lendária chamada “a Mexicana”, cercada por uma aura de maldição. No entanto, o roteiro rapidamente transforma essa busca em uma sucessão de situações absurdas, personagens excêntricos e encontros improváveis, enquanto Samantha, mantida como refém, vive sua própria jornada emocional longe de Jerry.
O maior mérito do filme está nas atuações. Brad Pitt constrói um protagonista ingênuo e bem-intencionado, contrastando com o estereótipo do gângster frio. Julia Roberts, por sua vez, entrega uma personagem forte, questionadora e emocionalmente complexa, fugindo do papel passivo comum às comédias românticas da época. O elenco de apoio também contribui para o tom cômico e surreal da narrativa.
Por outro lado, A Mexicana sofre com problemas de ritmo e identidade. O filme oscila entre romance, thriller e comédia pastelão sem decidir plenamente o que quer ser, o que pode causar estranhamento ao espectador. A pistola amaldiçoada, que deveria ser o grande eixo simbólico da história, acaba funcionando mais como um macGuffin do que como um elemento realmente aprofundado.
Ainda assim, o longa se sustenta como uma obra leve e divertida, especialmente para quem aprecia histórias sobre escolhas, amadurecimento e a tensão entre amor e ambição. Não é um filme memorável, mas é carismático, irregular e honesto em sua proposta de entretenimento despretensioso.
⭐ Avaliação geral: um filme imperfeito, mas agradável, que vale pela química do elenco e pelo tom excêntrico que o diferencia de romances convencionais.