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Duração
Adaptação da peça de teatro escrita por Arthur Miller que narra a história do caixeiro Willy Loman (Fredric March). Depois de toda uma vida sonhando com riqueza e conforto para sua família, Willy está prestes a perder o emprego e o clima desesperador se intensifica com a falta de dinheiro. Willy mergulha numa crise profunda e, mesmo com o apoio da esposa Linda (Mildred Dunnock) e dos filhos, ele não consegue lutar contra sua autodestruição e os fantasmas de seu passado. O filme concorreu em cinco categorias do Oscar.
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- poxa, queria que o diretor entregasse pelo menos esse nível de direção em seus outros trabalhos
- a forma que a realidade e as alucinações do protagonista vão se mesclando é sensacional
- olha as vítimas do capitalismo ai, trabalha a vida toda e ainda nem tinha pago a casa ou os eletrodomésticos, não tem aposentadoria e tem que trabalhar até morrer pra não passar necessidade, que vida de merda
- pelo menos aqui no brasil quando eu nasci todos os meus avós já estavam aposentados e com casa própria
Uma história muito triste, com excelente mesclarem entre a alucinação e a realidade.
Um pai de família, extremamente cansado, começa a desenvolver um espécie de esquizofrenia. Tudo gira em torno do dinheiro, onde amargurado e humilhado com aquela situação, a pessoa imagina que tem capacidade para ser maior do que é, mas não há oportunidades. Com altas expectativas no futuro, mas o presente lhe reserva nada além de um emprego miserável e uma vida de dividas. Willy coloca expectativas no filho, que também se vê diante do fracasso que uma vida sem estudos pode proporcionar. Contém uma certa fixação de pai com filho, devido ao incidente da traição, mas que ao perceber que seu filho o ama, Willy não tem mais nada que o prenda. Sabendo que ele valerá mais morto do que vivo.
Fredric March simplesmente arrasa nesse papel!!!
Visto em 06/04/23
Fracasso é o que resume a situação desse caixeiro!!!
Que ator sensacional!
O filho mais novo é talvez o "retrato" do pai com a mania de grandeza
Poucos filmes são tão dolorosos quanto A Morte do Caixeiro Viajante. A trajetória do protagonista é uma jornada decadente repleta de angústia e com toques de loucura. A atuação do Fredric March é de outro mundo. Todos os personagens são bem desenvolvidos e achei o roteiro muito bem amarrado, pois todos eles possuem importância. Eles são bem humanizados, com qualidades e defeitos como qualquer pessoa. Vale muito a pena ver.