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Recentemente viúva, Rose Bianco (Sophia Loren) se sente indiretamente responsável pela morte de seu marido, Tony, um bandido que foi assassinado por membros de uma quadrilha rival. Ela sente-se assim pois queria comprar várias coisas e, como o marido não tinha dinheiro, enveredou para o crime. Para se sustentar e ao filho, Ralph (Jimmy Baird), Rose trabalha várias horas por dia fazendo flores artificiais. Um viúvo, Frank Valente (Anthony Quinn), sente-se atraído por ela e tenta convencê-la que a ama. Além disto há um outro problema: a filha dele, Mary (Ina Balin), está fazendo uma forte oposição para esta união.
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Inacreditavelmente uma Obra-prima do cinema. Martin Ritt era um gênio do cinema e a Sophia Loren uma das maiores deusas que a nona arte já viu. Filmaço irredutível.
Drama romântico em preto e branco da Paramount Pictures indicado a 2 prêmios no Festival de Cinema de Veneza: Leão de Ouro de melhor diretor, e vencedor da Copa Volpi de melhor atriz, Sophia Loren. Uma novelização do roteiro foi escrita pelo autor americano Edward S. Aarons (1916-1975) sob o pseudônimo de Edward S. Ronns.
Sophia Loren tinha 23 anos durante as filmagens, apenas 10 anos mais velha que o ator que interpreta seu filho menor, Jimmy Baird, e 3 anos mais velha que Ina Balin (1937-1990), que interpreta sua futura enteada. Um dos primeiros filmes que o diretor Martin Ritt (1914-1990) fez depois de ser retirado da lista negra. Estréias no cinema de Ina Balin e Naomi Stevens (1925-2018). Último filme de Barbara Aler (1930-2001) e Irene Seidner (1880-1959).
Bom drama familiar do diretor Martin Ritt, com Loren e Quinn fazendo atuações controladas e verossímeis, além da surpreendente Balin atuando de forma forte e respeitável. Uma trama pseudo neo-realista subestimada pela maioria da crítica, mas quem se importa com a opinião desse pessoal?
"A Orquídea Negra", de 1958, é um conceituado drama de cunho familiar feito com simplicidade, naturalidade e, delicadeza sentimental e humana.
Nos quesitos atuações, vale ressaltar a incrível química entre Sophia Loren e Anthony Quinn. O elenco de apoio é fantástico. Ina Balin, tá muito bonita e convincente no seu papel.
Talvez não seja uma obra-prima, mas é tal a simpatia que a história, os personagens e os sentimentos suscitam no espectador, que esse atributo fica para segundo plano.
Martin Ritt dirige este filme com grande eficácia clássica, atento aos ambientes, aos personagens e atores.
Disponível no YouTube.
19/04/2018
Bom
Sophia Loren, linda, magnifica.