A famosa pin up Betty Grable estrela essa comédia musical sobre uma secretária que apaixona-se por um oficial da marinha, tendo de esconder dele sua verdadeira identidade.
Assisti sem saber a data de lançamento, mas é claramente um daqueles filmes produzidos para passarem nos acampamentos dos soldados estadounidenses enquanto estavam na Europa. Enfim, esse é daqueles filmes para quem reclamar que hoje se foca muito em efeitos e pouco na história. Acontece que Hollywood sempre preteriu o espetáculo visual ou outros artifícios (como o uso de grandes estrelas) em prol de roteiros elaborados. Adoro os musicais da velha Hollywood, mas trama nunca foi o foco deles, e nem precisa ser, o cinema não é literatura, e outros elementos são importantes também. Mas, enfim, creio que neste filme em questão perderam um pouco a mão e seria benéfico se tivesse pelo menos um pouco mais de trama. Nota: 6.7.
Fiapo de história com a então "pin up" nº1 dos EUA, Betty Grable, como a protagonista desse longa. Segue a linha de musicais da Fox na década de 1940, que são bem fformulaicos e genéricos na sua execução. Quem viu um desses musicais, já viu todos. Histórias muito repetitivas, além do elenco ser quase sempre igual. Uma coisa na sua produção é Grable estava grávida durante as filmagens e várias cenas tiveram que serem modificadas graças a esse fato. Ela quase não realiza nenhuma coreografia e o filme fica cansativo e bem monótono em algumas partes graças a isso. Porém nada que atrapalhe. Betty Grable é extremamente carismática mesmo o filme sendo o cúmulo da previsibilidade. A sequência final do filme é militarista é o ponto alto e ao mesmo tempo pertubadora. Fica claro a propaganda para o exército dos EUA em plena II Guerra Mundial.
Gostei do filme, mas como quase todos os musicais dos anos 40, tem uma história bobinha, bem leve, para animar os soldados norte-americanos. Betty Grable estava sensacional, definitivamente era a pin-up número um dos Estados Unidos. Identifiquei que o número ''Once Too Often'' serviu de inspiração para o número ''In Der Nacht Ist Der Mensch Nicht Gern Alleine'' feito por Marika Rökk em ''Die Frau Meiner Träume'', do mesmo ano, no cinema alemão do Terceiro Reich.
Assisti sem saber a data de lançamento, mas é claramente um daqueles filmes produzidos para passarem nos acampamentos dos soldados estadounidenses enquanto estavam na Europa. Enfim, esse é daqueles filmes para quem reclamar que hoje se foca muito em efeitos e pouco na história. Acontece que Hollywood sempre preteriu o espetáculo visual ou outros artifícios (como o uso de grandes estrelas) em prol de roteiros elaborados. Adoro os musicais da velha Hollywood, mas trama nunca foi o foco deles, e nem precisa ser, o cinema não é literatura, e outros elementos são importantes também. Mas, enfim, creio que neste filme em questão perderam um pouco a mão e seria benéfico se tivesse pelo menos um pouco mais de trama.
Nota: 6.7.
A história é ruim, mas o filme é importante pra entender como era ser pin-up nos anos 40, dentro do contexto da Guerra.
Fiapo de história com a então "pin up" nº1 dos EUA, Betty Grable, como a protagonista desse longa.
Segue a linha de musicais da Fox na década de 1940, que são bem fformulaicos e genéricos na sua execução. Quem viu um desses musicais, já viu todos. Histórias muito repetitivas, além do elenco ser quase sempre igual.
Uma coisa na sua produção é Grable estava grávida durante as filmagens e várias cenas tiveram que serem modificadas graças a esse fato. Ela quase não realiza nenhuma coreografia e o filme fica cansativo e bem monótono em algumas partes graças a isso. Porém nada que atrapalhe.
Betty Grable é extremamente carismática mesmo o filme sendo o cúmulo da previsibilidade.
A sequência final do filme é militarista é o ponto alto e ao mesmo tempo pertubadora. Fica claro a propaganda para o exército dos EUA em plena II Guerra Mundial.
Gostei do filme, mas como quase todos os musicais dos anos 40, tem uma história bobinha, bem leve, para animar os soldados norte-americanos. Betty Grable estava sensacional, definitivamente era a pin-up número um dos Estados Unidos. Identifiquei que o número ''Once Too Often'' serviu de inspiração para o número ''In Der Nacht Ist Der Mensch Nicht Gern Alleine'' feito por Marika Rökk em ''Die Frau Meiner Träume'', do mesmo ano, no cinema alemão do Terceiro Reich.
Quero assistir essa. Tive uma boa indicação.