A Rainha Tirana é a história da atração da Rainha Elizabeth, já na idade madura, pelo belo Sir Walter Raleigh (Richard Todd) e seu amargo confronto com sua jovem e ardilosa rival (Joan Collins).
Uma adaptação repleta de maus momentos.Somente Bette Davis consegue se destacar da mesma forma de sempre e com uma atuação convincente.Tudo muito rápido e atropelado.
Por mais que seja convencional a direção de Henry Koster, fiquei demasiadamente fascinado pelo texto requintadíssimo, o figurino esplêndido e todas as interpretações soberbas e, propositalmente, teatral. O romance entre os personagens de Richard Todd e Joan Collins me pegou de jeito fiquei bastante empolgado e torcendo por eles. Visto que a ótima química entre os atores e os diálogos austeros alterna bons momentos do filme. Mas é Bette Davis como a amarga Rainha Elizabeth que brilha em cada cena que aparece. Achei muito agradável de se assistir por ser curto e coeso (nem vi o tempo passar e me envolvi deveras) até mais que a versão elogiosa pela critica do longa-metragem de 1998 interpretada por Cate Blanchett.
Muito fraco, vale apenas por Bette Davis como a Rainha Elizabeth I. A mesma história foi contada de forma mais interessante em "Elizabeth: A Era De Ouro", com Cate Blanchet.
17.03.1989
Uma adaptação repleta de maus momentos.Somente Bette Davis consegue se destacar da mesma forma de sempre e com uma atuação convincente.Tudo muito rápido e atropelado.
>Assistido em 19 de Fevereiro de 2023
Bom filme! Curtinho, não enrola.
Visto em 16/01/23
Por mais que seja convencional a direção de Henry Koster, fiquei demasiadamente fascinado pelo texto requintadíssimo, o figurino esplêndido e todas as interpretações soberbas e, propositalmente, teatral. O romance entre os personagens de Richard Todd e Joan Collins me pegou de jeito fiquei bastante empolgado e torcendo por eles. Visto que a ótima química entre os atores e os diálogos austeros alterna bons momentos do filme. Mas é Bette Davis como a amarga Rainha Elizabeth que brilha em cada cena que aparece. Achei muito agradável de se assistir por ser curto e coeso (nem vi o tempo passar e me envolvi deveras) até mais que a versão elogiosa pela critica do longa-metragem de 1998 interpretada por Cate Blanchett.
Muito fraco, vale apenas por Bette Davis como a Rainha Elizabeth I. A mesma história foi contada de forma mais interessante em "Elizabeth: A Era De Ouro", com Cate Blanchet.