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Terroristas atacam laboratório químico e acabam contaminados com vírus letal e sem cura. Um deles morre no hospital; o outro consegue fugir e embarca num trem, onde espalha a epidemia mortal. Polícia e exército tomam o controle da situação, desviando o trem de sua rota para evitar a contaminação das cidades. Dentro do veículo, um médico tenta deter o pânico e o avanço da doença.
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Um clássico cult do cinema catástrofe.
"A Travessia de Cassandra" é um excelente filme ítalo-teuto-britânico de 1976, dos gêneros drama, ação e suspense, dirigido por George P. Cosmatos.
Realizado em Technicolor e Panavision, reuniu um grande elenco de astros internacionais, com produção do magnata europeu Sir Lew Grade e do produtor italiano Carlo Ponti. Ponti também explorou a possibilidade do filme ser uma grande vitrine para sua esposa, Sophia Loren.
Revendo-o novamente pelo Prime Vídeo (Looke), esse thriller continua intrigante e fantástico, com ação do começo ao fim e com um roteiro inteligente que prende a atenção a cada segundo. Trama sobre um tema bem atual e com final surpreendente.
Filmes antigos, nada dinâmicos e nem práticos. Cenas lentas e forçadas. Todos no trem já sabendo da doença e mesmo assim se esfregando nos doentes sem nem colocar a mão na boca pra fazer o H.
Final meio assim, sem explicação sobre
o fato de que alguns sobreviveram mas o coronel nem ficou sabendo e foi embora pra casa na maior naturalidade.
Mesmo assim gostei muito. Esse dos anos 70 eu não conhecia. Falou em conter doença, epidemia, futuro apocalíptico, tô dentro.
"Para sua informação, coronel, o cachorro teve uma completa recuperação."
"Ótimo. Por que você não o leva para passear?"
Estamos nos anos 70, na era dos filmes-catástrofes, temos um inferno imponente e um monte de estrelas tentando desesperadamente escapar dele, vide ''O Destino do Poseidon'' (no mar), Terremoto (no solo), Aeroporto (no ar), aqui é sobre os trilhos, mas o legal aqui, e a pandemia o verdadeiro desastre, a produção do veterano Carlo Ponti, pra variar é caprichada, o elenco é estelar, alguns excelentes (Sophia Loren e Richard Harris), alguns ótimos (Burt Lancaster, Lee Strasberg, Lionel Stander, O. J. Simpson e John Phillip Law), e alguns sofríveis como Ava Gardner, ela está numa canastrice sem fim, até a musa de Bergman a excelente Ingrid Thulin, não parece à vontade no filme, e olha que o produtor Ponti, ofereceu fortunas para a maioria do elenco, consta que o ator Steve McQueen, recusou uma pequena fortuna na época para estar nesse filme, e foi muito bem substituído por Richard Harris, que tem aqui a melhor atuação do elenco.
Na minha opinião esse consegue ser melhor que Terremoto e todos Aeroportos, só perde para O Destino do Poseidon, onde todo o elenco se entregou de corpo e alma.