Em uma pequena cidade da Califórnia Laura Reynolds (Elizabeth Taylor), uma artista com um jeito muito livre de viver, cria Danny (Morgan Mason), seu filho adolescente. Ela gostaria de educá-lo em casa mas as autoridades não permitem, então ela manda Danny para uma escola dirigida por Edward Hewitt (Richard Burton), um sacerdote episcopal que é casado com Claire (Eva Marie Saint). Porém, quando vai visitar o filho, Laura se apaixona por Edward e é correspondida.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Filme sério, com construção, bem elaborado e com roteiro compacto, sem firulas.
Imagino como deve ter sido na época, porque é bem polêmico e mexe em vespeiro, sem panfletar.
Gostei bastante.
Nunca tinha visto antes, ADEUS ÀS ILUSÕES, filme muito sugerido pela minha mãe (In Memori). No entanto, era bem difícil de encontrar este filme e só hoje pude vê-lo pelo UNITV e, por sorte, numa dublagem clássica da TV aberta brasileira (Herbert Richads). Num piscar de olhos, afentrei a sessão, rapidamente e, logo fui fisgado pela a introdução com belíssimo plano aberto de uma praia californiana e pela enebriante trilha cancional. O enredo é sobre amor proibido de uma mulher comum, livre, meio riponga (Elizabeth Taylor) e um sacerdote episcopal e diretor de uma escola para meninos (Richard Burton) cujo viverão um tórrido romance. As interpretações são excelentes de todo o elenco, sendo o destaque maior para o casal central, interpretado por Taylor e Burton. Lyz Taylor está divina na pele desta mulher libertaria e inteligente, uma 'ode'ao feminismo de outrora. E Richard Burton exala paixão e amor sendo o justo e humano sacerdote. Eva Marie Saint, ainda se destaca como mulher traída e recatada. Charles Bronson também com boa presença de cena como um pretenso interesse romântico da protagonista. Pena que a presença momentânea do garoto Morgan Mason foi curta, surgindo em cenas mais no início do filme. Com diálogos maravilhosos e inteligentes saindo da boca dos personagens. Fotografia belíssima com cores fortes e uma direção sensível de Vincente Minnelli faz deste filme um dos romances mais bonitos e sinceros do cinema. O que o diga minha saudosa mãe, que amava este título, como tantos outros da era de ouro de Hollywood.
Romance bem comum , exceto talvez pela personagem de Taylor que já flerta com aquele espírito "hiponga" que invadiria o mundo nos anos 70. Richard Burton é um ator que em geral não me causa muita empatia e romances também não são o meu forte, então pra ser bem sincero, achei um porre.
14.02.1985
08.08.1984