O fotógrafo Simão (Alexandre Nero), casado com Catarina (Maria Flor), uma compositora de jingles publicitários, se apaixona pela atriz judia Renée (Camila Morgado), com quem viaja a Jerusalém. Lá ele acaba registrando um atentado terrorista, o que lhe torna mundialmente famoso. Mas, ao mesmo tempo, surgem críticas negativas por ele ter fotografado em vez de tentar evitar a tragédia. Simão entra em depressão e fica na fronteira entre realidade, sonho e delírio.
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Entendi nada e ainda é chato
Confuso, mas até que achei bacana a ideia proposta...
Algo Atroz
não entendi nada, mas o cinema nacional é incrível.
Amo demais!
Como praticamente todo filme brasileiro, a captação da voz é péssima. Em vários momentos ficamos sem escutar o que está sendo dito e, em uma cena específica, você percebe o áudio perder qualidade ao trocar de 'câmera' e, quando volta a câmera inicial, a qualidade retorna. Tropa de Elite, dos nacionais que assisti até hoje, é o único que contornou esse problema com maestria.
Agora, falando do filme propriamente dito, é uma zona. Não é ruim, mas não é bom, é muito confuso de uma maneira ruim. Tenta se insipirar em Origem e Tenet (por exemplo), só que não chega nem perto. Acho que cabe ressaltar que, apesar disso tudo, o filme não é ruim, tem uma boa temática, mas se perde totalmente na direção e na edição. As atuações são péssimas, totalmente "pastelão", sem sentimento e sem empatia. A fotografia merece destaque, porque deu um show a parte, mas tirando isso, é um filme apenas mediano.
Não conheço o diretor e nenhuma outra pessoa da equipe técnica, então posso estar falando besteira, só que a impressão que me passou é que o filme foi executado pelos "filhinhos de papai" que se acham diferentões e descolados e resolvem fazer um filme "cult". Ao invés de seguir os inúmeros exemplos de filmes nacionais bons, competentes, bem escritos, roteirizados, dirigidos e fotografados que deveriam servir de inspiração, linha guia (Auto da Compadecida, Central do Brasil, Tropa de Elite, Deus é Brasileiro, Cidade de Deus, Carandiru e outros), sei lá, resolvem reinventar a roda sem a devida maturidade cinematográfica.
Albatroz, assim como Ensaio sobre a cegueira, é um filme desnecessário e facilmente esquecido.
(Me preparando para receber os hate dos """cinéfolos fã boys nacionalistas""")