Três artistas herdam uma fazenda no sul dos Estados Unidos, mas a propriedade está repleta de dívidas. Para conseguir dinheiro, eles resolvem montar um show no local, dando início a uma série de trapalhadas e confusões.
Dos filmes que eu vi com a Carmen Miranda, acho que é o que ela tem mais tempo válido em cena, para além das canções. Por não ser tão musical quanto os demais, a "pequena notável" brilha em instantes cômicos, ainda que sumamente estereotipados. O personagem de Phil Silvers é ainda mais estereotipado que ele, por vezes beirando o insuportável. E o roteiro força a barra para tornar o romance entre Vivian Blaine e Michael O'Shea plausível e defensável, em meio a tanto machismo, a tanto racismo subjacente... Quando a trama adere aos exercícios de guerra, fica ainda mais problemático, Mas é um filme simpático e entretenedor. Deu vontade de revê-lo, após a sessão - devidamente acompanhado, claro! (WPC>)
Não chega a ser um filme realmente memorável e além de inúmeras piadas machistas e preconceituosas, ainda é assistivel e é um filme de propaganda gritante. Como musical da Fox dos anos 40 segue sempre a mesma linha do estúdio e vá pro lado mais kistch possível desde o roteiro absurdo até o figurino. A melhor coisa do filme é a Carmen Miranda, interpretando e brilhando muito como a divertida e irreverente Conchita, porém a achei mal aproveitada, ela poderia ter rendido muito mais se não fosse claramente as limitações do gênero. E quando ela aparece na tela é algo surreal, o carisma em pessoa. Achei a historinha romântica bem sem graça e sem muitos atrativos, típico de um musical da Fox da década de 40. Porém o filme salva na sequência final com a personagem da Carmen arrasando em South American Way.
Uma boa comédia musical. Assisti um tempo atrás no Canal Futura, que de vez em quando a exibia, não sei hoje em dia. Não chega perto dos melhores filmes do gênero, mas é uma boa diversão.
Dos filmes que eu vi com a Carmen Miranda, acho que é o que ela tem mais tempo válido em cena, para além das canções. Por não ser tão musical quanto os demais, a "pequena notável" brilha em instantes cômicos, ainda que sumamente estereotipados. O personagem de Phil Silvers é ainda mais estereotipado que ele, por vezes beirando o insuportável. E o roteiro força a barra para tornar o romance entre Vivian Blaine e Michael O'Shea plausível e defensável, em meio a tanto machismo, a tanto racismo subjacente... Quando a trama adere aos exercícios de guerra, fica ainda mais problemático, Mas é um filme simpático e entretenedor. Deu vontade de revê-lo, após a sessão - devidamente acompanhado, claro! (WPC>)
Não chega a ser um filme realmente memorável e além de inúmeras piadas machistas e preconceituosas, ainda é assistivel e é um filme de propaganda gritante. Como musical da Fox dos anos 40 segue sempre a mesma linha do estúdio e vá pro lado mais kistch possível desde o roteiro absurdo até o figurino.
A melhor coisa do filme é a Carmen Miranda, interpretando e brilhando muito como a divertida e irreverente Conchita, porém a achei mal aproveitada, ela poderia ter rendido muito mais se não fosse claramente as limitações do gênero. E quando ela aparece na tela é algo surreal, o carisma em pessoa.
Achei a historinha romântica bem sem graça e sem muitos atrativos, típico de um musical da Fox da década de 40.
Porém o filme salva na sequência final com a personagem da Carmen arrasando em South American Way.
Uma boa comédia musical. Assisti um tempo atrás no Canal Futura, que de vez em quando a exibia, não sei hoje em dia. Não chega perto dos melhores filmes do gênero, mas é uma boa diversão.
É muito bom ver Carmem Miranda, que cantora e que atriz,belo filme de uma época distante.
Preciso assistir novamente, de fato.