Alien: Covenant

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Alien: Covenant (2017)
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Média do filme: 3.0 de 5 — baseado em 9478 votos
MÉDIAFILMOW
3.0
9478 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Ridley Scott
Data de lançamento 4 Maio 2017 Outras datas
Duração 122 min (2h02)
Classificação indicativa de Alien: Covenant: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

4 Maio 2017

Duração

122 minutos Classificação indicativa de Alien: Covenant: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
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Sinopse

2104. Viajando pela galáxia, os tripulantes da nave colonizadora Covenant encontram um planeta remoto com ares de paraíso inexplorado. Encantados, eles acreditam na sorte e ignoram a realidade do local: uma terra sombria que guarda terríveis segredos e tem o sobrevivente David (Michael Fassbender) como habitante solitário.

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VisionQuest

Comentários 0
amigos querem ver
vagnerfoxx
vagnerfoxx
2 dias atrás

​⚠️ Aviso de Spoilers: Se você ainda não assistiu a esse filme, corra daqui.

"Prometheus", de Ridley Scott, foi uma das obras mais corajosas e instigantes da ficção científica moderna. O filme terminou com uma promessa grandiosa na tela, na qual a Dra. Elizabeth Shaw (Noomi Rapace), movida pela fé, e o androide David (Michael Fassbender), movido pela curiosidade perversa, decolavam em uma nave alienígena rumo ao planeta natal dos Engenheiros para questionar os criadores da humanidade. Mas em "Alien: Covenant", Scott e o estúdio acabaram com tudo. O povo só queria ver o monstro babando na tela de novo, então jogaram fora toda a mitologia expandida para entregar um slasher movie genérico de espaço, repleto de conveniências baratas e personagens estúpidos.

​
O crime imperdoável do filme é o descarte fácil e absoluto da Elizabeth Shaw. A heroína que encarou uma cesariana alienígena a frio, viu o namorado sendo contaminado e queimado vivo, peitou o dono da corporação e correu de um dos Engenheiros foi exterminada fora de tela de forma miserável. Toda a jornada ao planeta dos criadores — que tinha potencial para ser um puta épico filosófico sem precedentes — foi reduzida a um flashback de trinta segundos onde David simplesmente joga o patógeno preto nos Engenheiros, dizimando uma civilização inteira como quem joga SBP num formigueiro. Encontrar o corpo dissecado e mutilado da Dra. Shaw no laboratório daquele filho da puta foi um tapa na cara de cada espectador que esperou anos para ver aquele encontro.

Para piorar, a escrita dos personagens humanos atinge o Evereste da estupidez biológica e profissional. A nave Covenant, carregando mais de duas mil pessoas em congelamento e milhares de embriões para colonizar um planeta mapeado há anos, decide mudar de rota e arriscar a vida de todo mundo só porque captou um áudio aleatório de alguém cantarolando no espaço. Ao chegarem no planeta desconhecido, a tripulação de "cientistas" desembarca sem capacete, sem máscara, sem terno de isolamento e sem qualquer protocolo biológico. Os caras pisam na lama e cheiram plantas desconhecidas como se fossem um Golden solto no quintal de casa.

A partir daí, o terror da franquia se transforma em comédia involuntária de erros. O desespero da enfermeira no módulo de pouso — que tranca o colega infectado, escorrega em poças de sangue, surta, atira no próprio tanque de combustível e explode a própria nave — é um espetáculo de burrice. Ninguém age como profissional, ninguém raciocina, e todos existem apenas como bucha de canhão para que David possa brincar de "Deus".

O filme tenta se salvar sustentado na atuação de Katherine Waterston (Daniels) e na atuação dupla de Michael Fassbender (David e Walter). Os dois são o único pilar que impede a produção de desabar completamente. No entanto, o roteiro estraga tudo ao forçar uma filosofia rasa sobre criação e arte — numa sessão bizarra de flauta e versos de poesia —, enquanto o Xenomorfo vira projeto de biologia de um robô frustrado, solitário e com complexo de Édipo. E para coroar o vexame, a revelação final na nave é extremamente previsível. A única coisa que salva a cena é o desespero de Daniels logo após ser trancada na câmara de criogenia e descobrir a armadilha em que caiu.

"Alien: Covenant" é decepcionante demais. É um vexame monstro, uma das sequências mais vergonhosas da ficção científica dos últimos anos. Vender essa bagunça como a origem ou a primeira aparição do Xenomorfo foi um insulto ao público e ao legado do cinema de horror. Ridley Scott pegou uma das maiores franquias da história, jogou uma heroína espetacular no lixo, destruiu os Engenheiros e entregou um filme desastroso, covarde e profundamente decepcionante. Tenente Ripley e agora a Dra. Elizabeth Shaw, o Ridley Scott não sabe lhe dar muito bem com as heroínas que cria.

carm19
Carmela socando
½
3 semanas atrás

Ridley Scott está voltando para concluir a estória dessa bucha que ninguém pediu. Quanto narcisismo cara!

Alien Romulus já tinha dado uma solução para terminar essa história, por isso deveriam deixar como está. Mas ao invés de apostar no que está dando certo, os caras entregam o controle novamente para o Ridley Scott, e no alto do seu pedantismo, o diretor acha que tem que concluir essa merda de trilogia.

Esperem por mais uma bucha chaterrima dessa franquia vindo por aí.

vanillabru
bru 🖤
½
3 meses atrás

Uma tripulação meio duvidosa e despreparada? Sim kkkkkkkkkkk muito. Mas eu particularmente gostei. Eu achei esses aliens sinistros, e o criador um doido demoníaco.
Fotografia e ação bem impressionante. Só acho que poderiam ter feito cenas melhores explorando esse novo "planeta no meio do caminho" porque ficou faltando, inclusive muito burros... Saíram acreditando do nada, sem explorar e investigar.

Não vi o primeiro porque não achei pra assistir. E fiquei curiosa pra saber se tem mais dessa saga (pra ver quando o "maluco" chegará no planeta destino kkkkkk).

thialghul
Thiago Vinícius
½
3 meses atrás

Como entretenimento isolado é um filme ok, porém fica muito aquém das expectativas como sequência de Prometheus.

O primeiro e o terceiro atos tem uma cara maior de Alien com a ambientação em uma nave que possui alta tecnologia, mas que é automatizada de forma analógica, maquinário pesado, uma equipe com múltiplos especialistas e um sintético. Destaque para o xenomorfo em seu último estágio que é extremamente brutal, agressivo, impiedoso.

O ato do meio do filme tenta ser Prometheus desenvolvendo uma história prequência da criatura e a relação com os engenheiros, porém falha absurdamente. No primeiro filme se tem o misticismo do desconhecido, de uma tecnologia/raça que é tão avançada que parece mágica e que é, acima de tudo, um grande mistério. Aqui se tem a revelação do truque da maneira mais vazia possível, a história se passa no planeta dos engenheiros, (que é representado como uma praça e uma casinha). Não há o que olhar e se encantar com o potencial funcionamento de algum objeto alienígena, com o objetivo de alguma ação da raça, nada.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Um ponto negativo enquanto "Alien" é que o xenoformo adulto tem pouco tempo de tela. Nos dois primeiros terços do filme os personagens são atacados por versões jovens e amorfas da criatura, que fazem sentido na premissa da prequela da história, mas que não são visualmente interessantes.

O filme também recai no clichê de filme de terror em que uma equipe treinada e preparada toma as piores decisões possíveis.

Me pareceu pouco razoável a representação do primeiro estágio da versão inicial do xenomorfo já ser uma miniatura agressiva e já funcional do adulto. O filme ignora completamente a fase do chestbuster, pulando do facehugger para o xenomorfo adulto. Me pareceu uma escolha de direção porque precisavam incluir cenas de ação mais cedo no filme, pois até então se estabeleceu que essa fase da criatura seria a mais vulnerável, que após emergir ele costuma fugir e se esconder enquanto se desenvolve no adulto.

mauriciomiranda796
Mauricio
½
4 meses atrás

sabe o que me dá bode? e falo isso até com certa tristeza, no próprio Alien original, em suas continuações, há várias e várias falas sobre “o espaço não perdoar erros” e a necessidade de seguir protocolo.
e não é que antes dos 20 minutos o novo capitão da nave decide abandonar a missão principal e razão de todos estarem ali porque, DO NADA, apareceu um planeta habitável no meio do caminho e uma mensagem de rádio vagando pelo espaço. caramba, lapida um pouco o roteiro, tenta ser mais inventivo ou argumentar a necessidade de uma parada estratégica.
díficil, viu.

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