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Petersburgo, século XIX. Anna Karenina (Greta Garbo) é a esposa de Karenin (Basil Rathbone), um rico funcionário do governo. Ela viaja até Moscou para tentar acalmar Dolly (Phoebe Foster), sua cunhada, pois o irmão de Anna, Stiva (Reginald Owen), um mulherengo, foi infiel e agora o casamento passa por uma crise. Logo ao chegar na estação de trem ela conhece um oficial, o Conde Alexei Vronsky (Fredric March). Ambos se sentem atraídos, sensação esta que aumenta ao participarem de um baile. Anna decide voltar logo para São Petersburgo, pois tem um marido e um filho, Sergei (Freddie Bartholomow), esperando por ela. Talvez tudo não passasse de um flerte se Vronsky não antecipasse sua ida para São Petersburgo, embarcando no mesmo trem. Ele confessa seu amor, sendo que ela também está apaixonada. Logo Anna deixa Karenin, que não quer lhe dar o divórcio, pois para ele as aparências importam, e a proíbe de ver Sergei. Anna e Vronsky vão para a Itália, onde continuam se amando intensamente. Mas ao voltarem para a Rússia Anna sente que Vronsky está diferente.
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Terceira versão para o cinema que eu vejo dessa obra literária que ficou um pouco aquém das que eu vi anteriormente (as de 1948 e 2012). O desenvolvimento da história é um pouco apressado com passagens de tempo um pouco confusas. Algo compensado pelo requintado trabalho de direção de arte e pela presença de Greta Garbo com a protagonista brilhando da primeira à última cena em que aparece.
Greta Garbo numa atuação irrepreensível, cercada de bons atores, numa ótima adaptação dessa história triste e trágica.
Greta Garbo está no seu melhor, o filme tem uma história incrível, excepcionalmente atuada e habilmente dirigida. Além de Garbo, o elenco é notável, com destaque para Fredric March, Basil Rathbone, Freddie Bartholomow, Maureen O'Sullivan, May Robson...
Porque Greta, não foi indicada ao Oscar não dá para acreditar, mais justos e sisudos os Críticos de Nova Iorque deram a ela o prêmio de Melhor Atriz do Ano.
Na minha opinião, "Anna Karenina", de 1938, estrelado pela divina Greta Garbo, continua sendo a melhor e mais elegante adaptação do romance de Tolstói para o cinema. Filme encantador e intenso. Era reprise constante no extinto Classe A (TV Globo), nas décadas de 70, 80 e 90.
Simples e objetivo .Clarence Brown consegue manter todo o ótimo clima dramático em boa parte do tempo.Greta continuava sendo uma das atrizes mais completas da época.
>Assistido em 06 de Maio de 2023