Obsessão. Identidade. Arte e Vida. O Amor Perverso.
A trama é repleta de implausibilidades e conveniências que minam a suspensão de descrença
A atmosfera do pavor e a inevitabilidade da atração, um testamento da visão intransigente, embora imperfeita, de um dos verdadeiros outsiders do cinema americano
O vilão é um mafioso interpretado por Joe Pesci. O 'herói' é um assassino interpretado por Hopper. Não há mocinhos aqui. É um mundo cínico e brutal, como o mundo real costumava ser no cinema
Filme convencional, elenco estrelado,sem novidades. mas tem Jodie Foster, que tá uma gatinha.
Que filme ridículo.
Assisti esse filme sem levar muito a sério, só por causa da Jodie Foster mesmo.
O Joe Pesci está bem canastrão e, mais uma vez, fazendo um mafioso kk.
Thriller de perseguição em um estudo de personagem sobre obsessão e uma bizarra história de amor
O conflito de Anne é entre seu instinto de sobrevivência e uma fascinação aterrorizante por Milo
Fiquei pelas pernas de Jodie apenas
Aparece o Bob Dylan
A recusa em seguir a fórmula do thriller e a coragem de explorar uma dinâmica de relacionamento profundamente perturbadora são fascinantes
Obsessão. Identidade. Arte e Vida. O Amor Perverso.
A trama é repleta de implausibilidades e conveniências que minam a suspensão de descrença
A atmosfera do pavor e a inevitabilidade da atração, um testamento da visão intransigente, embora imperfeita, de um dos verdadeiros outsiders do cinema americano
O vilão é um mafioso interpretado por Joe Pesci. O 'herói' é um assassino interpretado por Hopper. Não há mocinhos aqui. É um mundo cínico e brutal, como o mundo real costumava ser no cinema
Um romance perigoso. Às vezes, pessoas quebradas se encontram de formas tortas. Ele a caça, ela é a presa. A atração que surge é animal
E se o Kevin Costner fosse um assassino com cara de quem não dorme há 3 semanas e a Whitney Houston desenvolvesse Síndrome de Estocolmo?
Fraco e desconexo.