Abandonado pelo filho mais velho, que foi para Shenzhen tentar melhor sorte, pai de família fica em Beijing cuidando do filho retardado e exercendo a profissão de mestre de uma casa de banho. Acreditando que o pai tinha morrido, o filho mais velho volta para Beijing e descobre a importância da casa de banho para a comunidade. Absorvido pela cultura do "chuveiro" ("shower"), ele decide por encarar as responsabilidades da família.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Aquele drama familiar bem feitinho. Não tem nada demais, nada de novo, mas está tudo no lugar correto . Não tem uma estética que se sobressaia mas a fotografia é bem realizada, trilha sonora também, no geral bem atuado. Simplesmente também não me atinge em cheio, daqueles exemplares que não ficarão na memória por muito tempo.
Aquele drama familiar bem feitinho. Não tem nada demais, nada de novo, mas está tudo no lugar correto . Não tem uma estética que se sobressaia mas a fotografia é bem realizada, trilha sonora também, no geral bem atuado. Simplesmente também não me atinge em cheio, daqueles exemplares que não ficarão na memória por muito tempo.
23.06.2005
Filmaço,e bem sensível!
Adoro quando um filme sabe explorar bem a deficiência mental a favor da história, é o que acontece aqui.
O diretor aborda também a questão familiar, o apego e o desapego da família. Um filho que deixa o pai em uma situação difícil e o outro dependente. Mas a visita de volta, é um grande tapa na cara do filho, porque ele percebeu que errou e deveria ter valorizado mais seus familiares, e foi tarde demais pra perceber isso.
Ainda tem histórias paralelas que são muito interessantes. Um filme ótimo pra dar aquele sentimento bom, de algo que acrescentou na vida.
Fiquei sabendo da existência desse longa porque ele foi citado nas referências filmográficas ao final de um livro sobre a revolução chinesa da editora UNESP, de autoria de Waldimir Pomar. Aliás, vi todos daquela lista - esse aqui era o último que faltava.
O filme não é nada de mais memorável ou brilhante, mas sua hora e meia de duração passa rápido e tem personagens carismáticos, interpretados por atores idem, que seguram nosso interesse até o fim. Acertaram no tom de comédia e leveza que permeia o todo, sem nunca cair em algo mais pedante. Tem lá seus erros, como a breve historinha paralela na região montanhosa da China, que vem e vai sem acrescentar nada.
Também descobrimos, afinal, de onde Woody Allen tirou (pra não dizer plagiou!) a ideia do cantor de ópera com o chuveiro no palco em "Para Roma, com Amor". Momento bastante engraçados, tem até chinês cantando "O Sole Mio" e a história da mulher que correu nua pra recuperar o colar, com todo o desdobramento. Confira sem pretensão que será um filem divertido e cativante.