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Outros títulos
Barba, Cabelo e Bigode - Brasil
A Cut Above - Estados Unidos da América
Sinopse
Richardsson luta para salvar o salão de sua mãe, que está prestes a falir. Em busca de dinheiro para quitar as dívidas, ele embarca numa aventura e descobre seu dom inato de fazer cortes estilizados atraindo clientes de todo o subúrbio carioca.
Filme fraco! Sem uma história pra nortear, muitos personagens e um protagonista que faz ele mesmo em todas suas atuações. Sinceramente não desceu, valeu pela representatividade é só. Roteiro fraco!
A premissa simples e honesta chama bastante a atenção, mas acho que ficou faltando alguma coisa. O filme não é ruim, mas a condução não me apeteceu muito. É o que considero mais pra menos que pra mais, mas vale a conferida para passar o tempo.
“Barba, Cabelo & Bigode”, filme de Rodrigo França, traz o preto e periférico para o centro da narrativa; e não há, aqui, brigas de facções, cadeias ou retratação de situações de racismo: a narrativa, escapando do lugar-comum do negro no cinema brasileiro moderno, opta por uma representatividade que contemple as relações sociais casuais estabelecidas num subúrbio carioca. Nesse sentido, o filme de França é uma comédia de costumes protagonizada quase inteiramente por personagens negros. Aparentemente despretensiosa, a narrativa se desenvolve em tom afirmativo, evidenciando um certo orgulho de pertencimento que o narrador vai combinando, dialogicamente, com as ações e falas do protagonista. Porém, numa outra dimensão significativa, algumas ações e frases apresentadas no filme afirmam um apelo militante; é nesses momentos que o filme perde força, pois, embora sejam politicamente necessárias e socialmente relevantes, estas situações não são suficientemente desenvolvidas, resvalando o discurso político do filme para o âmbito da caricatura mais superficial.
Em termos estruturais, o filme sofre de outro problema: não consegue escapar da estrutura estereotipada que predomina nas comédias brasileiras dos últimos anos, e que é herdeira direta dos esquetes televisivos. Em diversos momentos, tem-se a sensação de se estar assistindo a uma telenovela de apelo cômico da Rede Globo. Por outro lado, o formato, ainda que viciado, consegue ser bem aproveitado por Rodrigo França, que entrega um filme coerente com aquilo que propõe.
Quase totalmente ambientado num salão de beleza, “Barba, Cabelo & Bigode” narra a trajetória de Richardsson (Lucas Penteado, excelente), um jovem recém-egresso do ensino médio e em meio a uma crise vocacional. Na tentativa de ajudar sua mãe, a cabeleireira Cristina (Solange Couto), a saldar dívidas, Richardsson acaba descobrindo seu verdadeiro talento.
Penosa fofa.
Filme fraco! Sem uma história pra nortear, muitos personagens e um protagonista que faz ele mesmo em todas suas atuações. Sinceramente não desceu, valeu pela representatividade é só. Roteiro fraco!
A premissa simples e honesta chama bastante a atenção, mas acho que ficou faltando alguma coisa. O filme não é ruim, mas a condução não me apeteceu muito. É o que considero mais pra menos que pra mais, mas vale a conferida para passar o tempo.
Bem leve, boa diversao em familia
“Barba, Cabelo & Bigode”, filme de Rodrigo França, traz o preto e periférico para o centro da narrativa; e não há, aqui, brigas de facções, cadeias ou retratação de situações de racismo: a narrativa, escapando do lugar-comum do negro no cinema brasileiro moderno, opta por uma representatividade que contemple as relações sociais casuais estabelecidas num subúrbio carioca. Nesse sentido, o filme de França é uma comédia de costumes protagonizada quase inteiramente por personagens negros. Aparentemente despretensiosa, a narrativa se desenvolve em tom afirmativo, evidenciando um certo orgulho de pertencimento que o narrador vai combinando, dialogicamente, com as ações e falas do protagonista. Porém, numa outra dimensão significativa, algumas ações e frases apresentadas no filme afirmam um apelo militante; é nesses momentos que o filme perde força, pois, embora sejam politicamente necessárias e socialmente relevantes, estas situações não são suficientemente desenvolvidas, resvalando o discurso político do filme para o âmbito da caricatura mais superficial.
Em termos estruturais, o filme sofre de outro problema: não consegue escapar da estrutura estereotipada que predomina nas comédias brasileiras dos últimos anos, e que é herdeira direta dos esquetes televisivos. Em diversos momentos, tem-se a sensação de se estar assistindo a uma telenovela de apelo cômico da Rede Globo. Por outro lado, o formato, ainda que viciado, consegue ser bem aproveitado por Rodrigo França, que entrega um filme coerente com aquilo que propõe.
Quase totalmente ambientado num salão de beleza, “Barba, Cabelo & Bigode” narra a trajetória de Richardsson (Lucas Penteado, excelente), um jovem recém-egresso do ensino médio e em meio a uma crise vocacional. Na tentativa de ajudar sua mãe, a cabeleireira Cristina (Solange Couto), a saldar dívidas, Richardsson acaba descobrindo seu verdadeiro talento.
⭐ 2.8 / 5.0