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Data de lançamento
16 Dez. 2000Duração
42 estudantes são mandados para uma ilha deserta por um governo fascista. Munidos de provisões, armas e mapas, eles são dispersados pela ilha e têm de encontrar uns aos outros em três dias. Para quê? Para que se matem até que haja um único aluno vivo, que sairá vencedor. Escapar não é uma opção, já que um colar explosivo impede que qualquer um o faça. Que vença o melhor!
Baseado no romance Battle Royale, de Koushun Takami.
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Não esperava o que assisti aqui. Que filme gostoso de assistir, ritmo bem acelerado que nos faz ficar preso em cada cena. O banho em Jogos Vorazes!!!
Por outro lado, varias coisas sem noção, porque o filme não tem medo de ser trash rsrsrsrs Eu amei.
As vezes é difícil julgar uma obra sem conhecer a história original - seja livro, seja peça teatral, etc. Baseado em um livro dos anos 90, Battle Royale se tornou um clássico cult e inspirou diversos filme posteriores, como Jogos Vorazes.
Avaliando o filme em si, difícil defini-lo como ruim. Primeiramente que é preciso avalia-lo cinematograficamente e considerando a cultura do país, e isso faz total diferença.
Lendo rapidamente sobre a história, sinto que faltou mais ativismo no filme; por mais que a luta pela sobrevivência em meio a um governo repressivo seja a representação, talvez tenha faltado mais diálogo, mais militância, mais mensagens.
Ainda assim é um belo filme e que vale a assistida.
Li "Battle Royale" do Koushun Takami para que você não precise!
Um livro bem violento com personagens que você não vai ligar.
Battle Royale é um dos livros que inspirou Jogos Vorazes ao ter trazido aos livros o termo Batalha Real. Curiosidade: o termo vem do Wrestling (Luta Livre) onde vários lutadores entravam no ringue e apenas um saia o campeão.
Muita história por trás do seu lançamento.
O livro ganhou muita notoriedade por alguns motivos. O primeiro se deve a polêmica de trazer estudantes adolescentes japoneses para assassinar uns aos outros das formas mais vicerais possíveis, um enredo não muito comum na época em que foi lançado. O livro chegou ao final de um campeonato, mas foi desclassificado por sua violência. Alguns anos depois, o livro voltou a chamar a atenção após Quentin Tarantino falar que o filme Battle Royale (lançado em 2000) é um dos filmes que adoraria dirigir.
Pontos negativos da obra
A premissa de Battle Royale é sensacional, e foi o que me interessou a lê-lo. 42 estudantes são lançados numa ilha portando apenas um kit de sobrevivência e uma arma (que pode ser desde um garfo até granadas), e apenas um pode sobreviver. O problema começa com a quantidade de personagens. Alguns personagens são genéricos, enquanto outros são muito caricatos (tem o nerd, o homossexual, o tarado, o medroso,...), deixando eles ainda mais rasos.
Além de terem nomes japoneses (o que dificulta a simples tarefa de lembrar os nomes), o livro fala da backstory de TODOS eles. Alguns personagens são apresentados no começo do capítulo apenas para serem mortos no fim do capítulo. Se você acha que não dá para se conectar com tais personagens, o problema fica pior. Até mesmo os personagens principais você tem dificuldade de se conectar. Particularmente, eu não estava ligando para o destino de NENHUM deles.
O livro tem 600 páginas, mas poderia ter facilmente ter 300 páginas a menos. Ele começa muito bem, contando um pouco sobre o governo autoritário que criou esse sangrento jogo, mas logo se arrasta demais em flashbacks. O final quase consegue resolver isso, com algumas reviravoltas bem interessantes, mas não foi suficiente para tankar*. Eu quis tanto gostar desse livro que até assisti o filme para ver se teria resolvido esse problema da história arrastada. Infelizmente, não resolveu.
PS: O livro é ótimo e não é a toa que o Battle Royale, hoje, dominou a indústria do entretenimento.
Tu viu o filme, li o mangá e depois o livro? Concorda com quem falou que o mangá é melhor que o livro? E em sua opinião o filme é melhor que o livro também?
(Depende de cada um!)
Além de o livro ser arrastado, o maior problema, para mim, é que o personagem principal não me causou a menor empatia. Entendo que o autor quis fazer uma espécie de jornada do herói, só que não funcionou. Teria sido bem melhor se a história não seguisse um personagem em particular, nos deixando em suspense quanto a quem sobreviveria.
* "Tankar" é uma gíria da internet, derivada do inglês tank (tanque/blindado) nos jogos, que significa aguentar, suportar ou lidar com situações difíceis, estressantes ou absurdas. Originado do universo gamer para descrever quem absorve dano, popularizou-se em expressões como "não tankei" (não aguentei) e "vai tankar?".
se fosse possível, daria zero estrelas
essa nova geração descobrindo battle royale e não entendendo que é um filme de época, que já naquele período se tornou um clássico cult dos anos 2000s. era moderno, pop e extremamente brutal. algumas encenações são datadas devido ao estilo de cinema e a época, mas o roteiro é genial para o período que foi lançado.