Um filme em duas partes. Esta primeira metade é um filme de ação corajoso que se desenrola em um submundo do crime sombrio que gira em torno de um assassino e sua luta pela sobrevivência quando ele se vê preso entre a polícia e a yakuza.
Takeshi Kitano e a reinvenção do seu cinema aos 80 anos. Inacreditável a forma como brinca com o espectador na quebra de expectativa, tanto na primeira quanto na segunda metade. Surpresa atrás de surpresa a cada filme que faz. Sou fã e está facilmente na minha prateleira alta de diretores favoritos.
Que filme inacreditável! Fui absolutamente surpreendido pelo que acontece na exata metade da obra e gosto muito do comentário que a revista Cahiers du Cinéma fez, ao compará-lo a um "jogo dos sete erros". Na primeira metade, Takeshi Kitano demonstra o porquê ele é tão genial no subhgênero que ele construiu para si; na segunda, ela adere a uma lógica FLERTE ou MELINDA E MELINDA, com algumas conexões, por incrível que pareça, com algo à la TODO MUNDO EM PÂNICO. Ri alto em inúmeros instantes, inckusive por estar ainda me recuperando da tensão do que ocorre antes. Direção soberba, elenco incrível... Quando o 'Beat' Takeshi surge em sua plenitude, fiquei espantado (preiso repetir adjetivos semelhantes, desculpa): achei o filme uma renovação brilhante do cinema em sua crise narrativa contemporânea, aderindo às intevenções metalingüisticas, às 'gags' a que acostumamo-nos na década de 1980, com as produções Zucker-Abrahams-Zucker. Inusitado ao extremo. Cansa um tanto, depois de determinado momento, mas achei genial em sua proposta. Filme que nos obriga a tudo quanto é reação: um combo de enfrentamento autoral aos desvios beligerantes entre gerações. Troféu da cadeira para este homem, sem dúvidas! (WPC>)
Takeshi Kitano e a reinvenção do seu cinema aos 80 anos. Inacreditável a forma como brinca com o espectador na quebra de expectativa, tanto na primeira quanto na segunda metade. Surpresa atrás de surpresa a cada filme que faz. Sou fã e está facilmente na minha prateleira alta de diretores favoritos.
Que filme inacreditável! Fui absolutamente surpreendido pelo que acontece na exata metade da obra e gosto muito do comentário que a revista Cahiers du Cinéma fez, ao compará-lo a um "jogo dos sete erros". Na primeira metade, Takeshi Kitano demonstra o porquê ele é tão genial no subhgênero que ele construiu para si; na segunda, ela adere a uma lógica FLERTE ou MELINDA E MELINDA, com algumas conexões, por incrível que pareça, com algo à la TODO MUNDO EM PÂNICO. Ri alto em inúmeros instantes, inckusive por estar ainda me recuperando da tensão do que ocorre antes. Direção soberba, elenco incrível... Quando o 'Beat' Takeshi surge em sua plenitude, fiquei espantado (preiso repetir adjetivos semelhantes, desculpa): achei o filme uma renovação brilhante do cinema em sua crise narrativa contemporânea, aderindo às intevenções metalingüisticas, às 'gags' a que acostumamo-nos na década de 1980, com as produções Zucker-Abrahams-Zucker. Inusitado ao extremo. Cansa um tanto, depois de determinado momento, mas achei genial em sua proposta. Filme que nos obriga a tudo quanto é reação: um combo de enfrentamento autoral aos desvios beligerantes entre gerações. Troféu da cadeira para este homem, sem dúvidas! (WPC>)
Provavelmente um dos piores filmes que já vi na vida. Zero graça.