For her feature film directing debut, actress Mai Zetterling turned to Agnes von Krusenstjerna’s controversial masterpiece of Swedish feminist literature, The Misses von Pahlen, an intense and personal 7-part novel has been likened to the great works of D.H. Lawrence.
As three pregnant women from different backgrounds wait to have their babies in a hospital in Stockholm at the outbreak of the Great War, they relive their childhood and youthful experiences via individual flashbacks.
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Estocolmo, 1914, 1ª guerra mundial, 3 mulheres estão prestes a dar à luz numa clínica. Todas elas relembram os passados e as circunstâncias que as levaram até ali, cada qual com suas particularidades e vivências que se entrelaçam, seja em encontros, seja em situações de relacionamento. Enfim, será que as 3 crianças nascerão de um corpo saudável? Será que elas serão felizes? Ou melhor, as mães estão felizes? Incrível pensar como os questionamentos daquela época são os mesmos atualmente, inclusive nas opiniões sexistas que pululam na tela. Apesar dos avanços obstetrícios, a proteção ginecológica tranquilizadora é ineficaz em muitas situações, principalmente àquelas confundidas com um pedaço de carne. Talvez por ser o 1º longa da diretora sueca, alguns aspectos técnicos ficaram a desejar, assim como a pressa em cenas relevantes traz um aspecto meio caseiro. Mas a história é interessante e bota as mulheres como parte identitária do mundo real.