O filme tem alguns bons momentos mas no geral não empolga muito.
A produção parece amadora e o roteiro não convence. A forma como os "novos casais" se apaixonam e também como reagem quando descobrem a traição é totalmente inverossímil. Mesmo se tratando de uma comédia, faltou um desenvolvimento melhor para a dinâmica entre os personagens não parecer tão forçada.
Mas um ponto positivo do filme é que não demonizam a infidelidade e tratam o tema de forma mais leve, considerando que é um filme de 1980 essa visão tão liberal é até surpreendente. Também vale pela curiosidade de ver a Susan Sarandon com apenas 34 anos no começo da carreira em um papel irrelevante. Curiosamente neste mesmo ano ela recebeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Atriz por sua participação em "Atlantic City".
Ah! Gente confesso que estava precisando assistir uma comédia romântica cafona como esta para manter-me 'relax' devido aos estresses ocorridos nos últimos tempos. E tudo nesta fita respira anos 80, desde a trilha sonora, os cenários, comportamentos dos personagens. Repito mais uma vez, é cafona, mas é prazeroso ver. O elenco é ótimo; Shirley MacLaine, Susan Sarandon e Sally Kellerman estão ótimas, a última numa participação de uma habitual perua fogosa, de praxe! Stephen Collins está 'lindérrimo' exalando charme cafajeste e abobado. E James Coburn sai do seu habitual comum (os filmes de faroeste) para encarar um médico com crise de meia-idade e no casamento. É um filme aprazível e gostoso de acompanhar .
Comédia romântica da Time Life Films e 20th Century Fox que foi o antepenúltimo longa-metragem de Jack Smight (1925-2003). Um dos 3 filmes de 1980 que foram comparados a Bob, Carol, Ted e Alice (69). Os filmes incluem Troca de esposas (80), Amantes em família (80) e O último casal casado (80).
Um dos 2 filmes que a atriz Shirley MacLaine estrelou em 1980. O outro foi Amantes em família (80). Ambas as produções envolviam infidelidade conjugal como elementos da estória. Em um ano agitado, o filme foi uma das 6 produções filmadas em que a atriz Sally Kellerman apareceu em 1980. Um dos 2 longas-metragens que a atriz Susan Sarandon estrelou em 1980. A outra foi Atlantic City (80) pela qual Sarandon recebeu sua 1° indicação ao Oscar de melhor atriz. Não sei como James Coburn (1928-2002), num papel atípico, aceitou fazer esse personagem.
Um remake idiota de uma idéia muito antiga que já foi feita tão melhor tantas vezes antes, que esta versão é terrivelmente desnecessária. Uma farsa sexual envolvendo 2 casais trocando de companheiros. O filme é bem bobo e improvável. Do nada, eles traem seus parceiros por motivos toscos e depois se encontram com os pares trocados como se nada tivesse acontecido, tornando-se "amigos" e levando a vida normalmente.
Vim por causa da Shirley MacLaine. Vale pelos atores principais. O tema é bacana, da pra gente pensar um pouquinho se fosse com a gente, e como agiríamos. Mas o filme é simples, ver sem pretensão.
O filme tem alguns bons momentos mas no geral não empolga muito.
A produção parece amadora e o roteiro não convence. A forma como os "novos casais" se apaixonam e também como reagem quando descobrem a traição é totalmente inverossímil. Mesmo se tratando de uma comédia, faltou um desenvolvimento melhor para a dinâmica entre os personagens não parecer tão forçada.
Mas um ponto positivo do filme é que não demonizam a infidelidade e tratam o tema de forma mais leve, considerando que é um filme de 1980 essa visão tão liberal é até surpreendente. Também vale pela curiosidade de ver a Susan Sarandon com apenas 34 anos no começo da carreira em um papel irrelevante. Curiosamente neste mesmo ano ela recebeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Atriz por sua participação em "Atlantic City".
Ah! Gente confesso que estava precisando assistir uma comédia romântica cafona como esta para manter-me 'relax' devido aos estresses ocorridos nos últimos tempos. E tudo nesta fita respira anos 80, desde a trilha sonora, os cenários, comportamentos dos personagens. Repito mais uma vez, é cafona, mas é prazeroso ver. O elenco é ótimo; Shirley MacLaine, Susan Sarandon e Sally Kellerman estão ótimas, a última numa participação de uma habitual perua fogosa, de praxe! Stephen Collins está 'lindérrimo' exalando charme cafajeste e abobado. E James Coburn sai do seu habitual comum (os filmes de faroeste) para encarar um médico com crise de meia-idade e no casamento. É um filme aprazível e gostoso de acompanhar .
Comédia romântica da Time Life Films e 20th Century Fox que foi o antepenúltimo longa-metragem de Jack Smight (1925-2003). Um dos 3 filmes de 1980 que foram comparados a Bob, Carol, Ted e Alice (69). Os filmes incluem Troca de esposas (80), Amantes em família (80) e O último casal casado (80).
Um dos 2 filmes que a atriz Shirley MacLaine estrelou em 1980. O outro foi Amantes em família (80). Ambas as produções envolviam infidelidade conjugal como elementos da estória. Em um ano agitado, o filme foi uma das 6 produções filmadas em que a atriz Sally Kellerman apareceu em 1980. Um dos 2 longas-metragens que a atriz Susan Sarandon estrelou em 1980. A outra foi Atlantic City (80) pela qual Sarandon recebeu sua 1° indicação ao Oscar de melhor atriz. Não sei como James Coburn (1928-2002), num papel atípico, aceitou fazer esse personagem.
Um remake idiota de uma idéia muito antiga que já foi feita tão melhor tantas vezes antes, que esta versão é terrivelmente desnecessária. Uma farsa sexual envolvendo 2 casais trocando de companheiros. O filme é bem bobo e improvável. Do nada, eles traem seus parceiros por motivos toscos e depois se encontram com os pares trocados como se nada tivesse acontecido, tornando-se "amigos" e levando a vida normalmente.
O elenco é sensacional, mas a história é desenvolvida sem brilho, beirando o marasmo. Mesmo o roteiro cheio de reviravoltas não é capaz de empolgar.
1412. (03/01/2022)
Vim por causa da Shirley MacLaine.
Vale pelos atores principais.
O tema é bacana, da pra gente pensar um pouquinho se fosse com a gente, e como agiríamos. Mas o filme é simples, ver sem pretensão.