Nos anos de 1960, cientista do exército é transferido para o Alabama. Carly, sua sensual esposa, desafia a moral da localidade, vivendo caso com o chefe da base. Até que seu marido é perseguido por tentar revelar a contaminação de civis em testes, e Carly sai em sua defesa.
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Um drama eficiente que teria resultado melhor com trabalhos de direção e montagem mais competentes. A trilha sonora também hoje parece um tanto datada. O grande destaque é mesmo a presença de Jessica Lange que entrega uma atuação perfeita como a protagonista. Um trabalho que com louvor foi agraciado com uma estatueta do Oscar. Tommy Lee Jones, o parceiro de Jessica em cena, também está muito bem.
Achei equivocada a premiação do Oscar de 1995 ter premiado a Jéssica Lange por este papel e num filmeco tão convencional, de modo que, achei a personagem de Jéssica Lange completamente sem noção, burra, infantilóide, sem maturidade parecendo ter a idade mental das filhas dela. Num ano que tinha adversárias melhores; em papéis melhores; Jodie Foster, Susan Sarandon, Miranda Richardson. No quesito sensualidade ela está ótima, mas não curti de fato sua personagem e a construção dela acerca das situações roteirísticas. Tommy Lee Jones está convencional na pele de um militar apaixonado por sua esposa folgosa (aqui um pouco mais simpático, apesar de seu papel como homem militar). O roteiro também é conveniente e convencional e não acrescenta nada de novo, sendo muitas vezes, superficial, levando em consideração o último ato do filme que é deveras apressado. CÉU AZUL, definitivamente, não é um grande drama, um grande filme, dirigido por Tony Richardson (que já fez filmes melhores).
31.03.1996
Um filme fraquíssimo que se embasa única e exclusivamente na atuação de Jessica Lange. Falando nisso, será que aqui que começou a sina da atriz em interpretar mulheres desequilibradas e/ou bêbadas, fora da realidade e com eterna devoção pela aparência e juventude? Só faltaram os cigarros para completar. Achei que ela está bem em cena, mas nada do que ela já vem fazendo, presa esse estereotipo em uma performance nada de extraordinária para vencer um Oscar de melhor atriz.
Gosto do trocadilho do título do filme que se refere às bombas nucleares e como isso é exatamente o que acontece os personagens de Lange e Lee Jones, poderiam se aprofundar mais nessa complexidade, mas foram para o dramalhão pesando a mão. E deu no que deu.
Não é um filme inesquecível, mas a história prende até o fim. É envolvente.
Além do mais, amei ver Jessica Lange e Tommy Lee Jones juntos. <3