Dirigido por
Duração
Ao descobrir que sofre de uma doença incurável e que lhe restam poucos dias de vida, o milionário - e mulherengo - Daniel lança um desafio para suas ex-mulheres Lara, Marina e Rejane: aquela que melhor administrar seus negócios e fazê-los prosperar terá direito a metade da herança. A outra metade será dada aos filhos que Daniel teve com elas.
Com personalidades muito diferentes, as três mulheres, que se detestam, passam a viver juntas na mansão do finado ex-marido. Lara Romero é uma atriz que vive ocupada com sua carreira. Já Marina Santoro é uma fotógrafa de sucesso. Por último, Rejane Batista é uma hippie com ideais da década de 70.
Apesar de se odiarem, elas terão que se unir para enfrentar o desafio. Além disso, serão surpreendidas pela chegada de Lourdinha Berganti, a mãe do quarto filho do milionário.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Textos e diálogos ótimos. Infelizmente, alguns arcos não envelheceram muito bem, o que deixa um sabor meio amargo de assistir hoje em dia. De toda forma, se ignorar isso, dá pra se divertir.
nossa eu amava essa serie! queria ter ela no meu HD
O milionário Daniel Lopes de Carvalho (José Wilker) morre e deixa metade de sua fortuna para os seus três filhos: Celina (Thais de Campos), Becky (Danielle Winits) e Daniel (Bruno Garcia). A outra metade terá de ser disputada por suas ex-esposas: a grande atriz Lara Romero (Suzana Vieira), a fotógrafa de moda que adora garotões Mariana (Marília Gabriela) e a hippie, e única casada no papel, Rejane (Betty Lago), as respectivas mães dos rebentos. Pra completar elas se odeiam, mas terão que trabalhar juntas e todos vão morar na mansão. Pronto, deu-se a desgraça!
A minissérie de oito episódios de autoria de Aguinaldo Silva e direção de Wolf Maya não é nada mais que um farofão daqueles. É deliciosamente brega, acima do tom (todo mundo berra), figurinos fora da realidade, todo mundo se mete na vida de todo mundo. Um verdadeiro circo armado. Sabe aquela máxima que de tão ruim que fica muito bom? Aqui se aplica. É divertido a Suzana interpretando ela mesma, a Marília fazendo uma versão louca e meio lésbica si (sua personagem tem um affair com a Ângela Viera, uma caminhoneira original de fábrica, mas muito fina e elegante) e Betty doidona no melhor estilo Abigail (sua lendária personagem em Quatro por Quatro, 1994). Ainda tem a Condessa Leonor (Maria Padilha) que junto com seu afetado filho bastardo do milionário (Pierre Baitelli, deuso nórdico!) quer sua parte na herança.
Claro, a série têm seus problemas, como o plot do romance de uma das netas com um traficante do morro. Apesar da proposta é ser trabalhada com os absurdos e esteriótipos, achei que pesaram a mão aqui. Além do desperdício do talento de Zezé Motta.
Outro ponto fora da curva é o João Pedro Zappa, filho de Becky que não suporta a relação da avó com seu melhor amigo (Rafael Cardoso), um escândalo desnecessário e ele é péssimo. Sabe o Caio Castro? Ele consegue ser pior! Embora o tempo esteja lhe fazendo bem, pois ele se tornou um dos jovens atores promissores e premiado no cinema e teatro. Mas aqui é vergonhoso.
Infelizmente, não tivemos uma sequência direta de Cinquentinha, mas a série continuou focada apenas na personagem de Lara na minissérie Lara com Z (2011).
E que saudade do talento de Zé Wilker e Betty Lago, fazem falta!
Cara adoro essas series de final de ano da Globo, essa foi umas das melhores.
E Lara com Z (que é uma sequencia da 1º temporada, fizeram apenas com a Suzana Viera, pois a Gabi foi pro SBT e Betty Lago para a record) foi um fisco e bem arrastada.
Eu assisti quando tinha 11 anos e gostei bastante, queria saber se ainda gostaria