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Tatyane Goulart

Nomes Alternativos: Tatyane Fontinhas Goulart

15Número de Fãs

Nascimento: 18 de Outubro de 1983 (35 years)

Rio de Janeiro, Rio de Janeiro - Brasil

Tatyane Goulart cresceu aos olhos do público da TV e diferentes gerações a acompanharam, seja no papel da esperta Bia de Felicidade (Globo, 1991), com apenas sete anos, no papel da garotinha Bia, que lhe rendeu o Troféu Antena de Ouro. Ela fazia a filha do Tony Ramos e da Maitê Proença. Suas cenas ao lado da Maitê eram um show a parte na novela Felicidade. A Globo sempre foi muito bacana e colocou uma professora particular para me acompanhar. Sempre tive muita facilidade para decorar. Nos intervalos das gravações, fazia lição. Meus colegas me ajudavam. O Marcos Winter, a Vivi Pasmanter e a Monique Cury adoravam fazer dever de casa comigo. Eles se divertiam com esses momentos de me ajudar (risos). Outras personagens marcantes foram a espevitada boneca de pano Emília do Sítio do Picapau Amarelo (Globo, 2007) e a Ângela, protagonista mirim de Quatro por Quatro (Globo 1994), uma das novelas das 7 de maior sucesso de todos os tempos. A trama marcou o início de uma longa parceria com o autor Carlos Lombardi, com quem trabalha hoje na novela Pecado Mortal, da TV Record. Com 30 anos recém-completados, conversar com Tatyane é como falar com uma amiga de infância. E ela também nota esse carinho vindo do público que a reconhece também pelos trabalhos que fez quando era menina. “Meu rosto ficou muito parecido até hoje. Mudei pouco.” A Bia foi o começo de tudo e, sim, ainda lembram dela. A Bia era eu, no sentido de ter muito de mim para vivê-la. Foi nesta época que a profissão se mostrou para mim e virou a profissão que eu quis seguir. Muita gente lembra. Outro papel que lembram muito é o da Ângela, de Quatro por Quatro. Quando fiz essa novela, já havia um cuidado em querer compor a personagem. Ela tinha várias diferenças em relação a mim. Acho que foi uma das novelas de maior sucesso do horário das 7. Dali surgiu meu casamento com o Lombardi e o bacana é que foi muito inesperado o sucesso. A trama principal, que era a vingança de quatro mulheres, virou o conflito da filha e do pai, que eram os personagens meu e do Humberto Martins. Marcou muito. Até hoje, as pessoas me falam desse papel. Apesar de ter atuado em outras tramas do Lombardi, fiz o teste com outras meninas. A Lívia, minha personagem, tem o meu humor ácido e acho que carrego um pouco desse humor porque cresci fazendo trabalhos do autor. Com ele, já tinha feito as novelas Quatro por Quatro, Uga Uga, Kubanacan, além de uma participação no seriado Guerra e Paz e de uma pontinha, lá no início da minha carreira, em Perigosas Peruas. Acho que é pelo contato com os textos do Lombardi que não tenho um humor puritano. A maneira como ele escreve é mais ácida e esse novo trabalho é mais um casamento meu com o autor.
Acho que estava mais ansiosa do que assustada pela idade. Fazer 30 anos me deixou menos ansiosa. Quero esperar uma resposta desses 30. Acalmei. O tempo acalma. Espero que os 40 acalmem mais. Se posso citar uma mudança, acredito que tenha sido esta. Me sinto menos ansiosa, menos insegura e menos medrosa. Tudo pode sair ao contrário do que a gente planejou, mas é preferível tentar do que deixar passar. Esse foi um start que me deu recentemente. Os 30 anos são um novo peso. Tenho mais vontade de ousar. Quero atuar de maneira mais diferente. Quero encarar a vida. Fui muito comedida, cautelosa. Teve uma fase, já que imprimo menos idade, que eu pensei “será que sempre vou ser a filha?”, mas, em seguida, vem o pensamento de que tenho que aproveitar a cara que tenho. Então, vou aproveitar.