Compartilhe "Com Milhões e Sem Carinho" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Sinopse
Sellers interpreta Ahmed Kabir, um médico indiano socialista, que conhece uma arrogante herdeira (Loren) que se casou para satisfazer as condições do testamento de seu pai, mas cujo casamento não teve a tão esperada felicidade.
Longe de ser uma obra-prima, mas com alguns ideais interessantes e um contraste entre os dois personagens principais. A fotografia do filme é muito boa também, um filme de 1960, mas que parece 20 anos à frente, tudo muito bem colorido, e até as cenas cinzas, que são feitas na cidade, têm sua beleza.
Outra surpresa foi que muito poucas pessoas viram esse filme, pelo menos por aqui, claro.
Com alguns personagens secundários interessantes que, ao meu ver, apareceram pouco no filme, como os de Alastair Sim e Vittorio De Sica. Esse primeiro é puro carisma. O segundo eu não conhecia e foi uma grata surpresa.
Vale destacar também a exuberância de Sophia Loren. Não me lembro de ter visto filmes com ela, e fiquei realmente chocado com sua beleza, ainda mais quando descobri que era natural. Era uma mulher com uma beleza muito acima da sua época.
Peter Sellers, longe dos seus melhores personagens, mas ainda assim entrega um trabalho bem competente e de alto nível.
Bomba de filme. Vale ver apenas pela beleza estupenda de Sophia Peter, contido. Roteiro pobre, diálogos constrangedores. Hein ? : De Sica brincando de atuar. Fofo.
Mesmo em filmes ruins (e ele fez alguns), Peter Sellers não conseguia deixar de ser bom, não é o caso desse, não é um grande filme, mas diverte, pois ainda tem Sophia Loren, lindíssima e um corpo escultural, a mais divertida do belo elenco, pois os coadjuvantes são de primeira Alastair Sim, Vittorio De Sica e Gary Raymond, principalmente.
Produção inglesa indicada ao BAFTA de melhor roteiro britânico, que é uma adaptação solta da peça de mesmo nome de George Bernard Shaw (1856-1950), de 1936. Esta comédia romântica foi um dos filmes mais populares nas bilheterias britânicas em 1960.
Peter Sellers (1925-1980) e Sophia Loren gravaram a música "Goodness gracious me!" para promover o filme. A música se tornou um grande sucesso mundial. Sellers confessou que durante as filmagens se apaixonou perdidamente por Sophia - que não lhe deu muita atenção. Em 1953, Katharine Hepburn planejava filmar esta peça de Bernard Shaw e contratou Preston Sturges para escrever um roteiro. Apesar do fato de Sturges ter apresentado um roteiro muito engraçado, o acordo para fazer o filme, que teria co-estrelado por Alec Guinness, se desfez. Peter Sallis foi contratado para aparecer neste filme, mas seu papel não foi filmado.
Uma jovem italiana, rica e bem posicionada, Epifania Parerga, não gasta nada com todo tipo de luxo. Sua visão materialista do mundo mudará radicalmente quando passa a conhecer o médico hindu Ahmed el Kabir, um homem que cuida das classes mais desfavorecidas de Londres. O final do filme termina com o tradicional 'E eles viveram felizes para sempre'.
Estória de amor simples (e não muito convincente também), mas o elenco de alguma forma conseguiu tornar todos os personagens realmente fortes, principalmente a estonteante Sophia Loren e o talentoso Peter Sellers. Há uma pequena e simpática participação do diretor Vittorio de Sica atuando como ator.
Todo filme com a Sophia Loren, a mulher mais linda que já pisou no planeta Terra, ganha alguns pontos a mais. O filme é uma típica comédia romântica dos anos 60, com cenas engraçadas, com ótimos atores, Loren esbanjando carisma e com Sellers cativante como sempre. Há até algumas criticas significativas contra o estilo de vida capitalista e uma agulhada forte no macartismo que durou até três anos antes do lançamento deste filme em Hollywood, com Sellers vivendo um indiano comunista cheio de valores enquanto Loren vive a capitalista que não consegue enxergar as pessoas. Ótimo filme para uma tarde chuvosa com a melhor companhia que o cinema pode oferecer.
BLOG: ORÁCULO ALCOÓLICO Sigam Nossa Página no Facebook
Longe de ser uma obra-prima, mas com alguns ideais interessantes e um contraste entre os dois personagens principais. A fotografia do filme é muito boa também, um filme de 1960, mas que parece 20 anos à frente, tudo muito bem colorido, e até as cenas cinzas, que são feitas na cidade, têm sua beleza.
Outra surpresa foi que muito poucas pessoas viram esse filme, pelo menos por aqui, claro.
Com alguns personagens secundários interessantes que, ao meu ver, apareceram pouco no filme, como os de Alastair Sim e Vittorio De Sica. Esse primeiro é puro carisma. O segundo eu não conhecia e foi uma grata surpresa.
Vale destacar também a exuberância de Sophia Loren. Não me lembro de ter visto filmes com ela, e fiquei realmente chocado com sua beleza, ainda mais quando descobri que era natural. Era uma mulher com uma beleza muito acima da sua época.
Peter Sellers, longe dos seus melhores personagens, mas ainda assim entrega um trabalho bem competente e de alto nível.
Assistido em 27/06/2025
Bomba de filme.
Vale ver apenas pela beleza estupenda de Sophia
Peter, contido. Roteiro pobre, diálogos constrangedores.
Hein ? : De Sica brincando de atuar. Fofo.
Mesmo em filmes ruins (e ele fez alguns), Peter Sellers não conseguia deixar de ser bom, não é o caso desse, não é um grande filme, mas diverte, pois ainda tem Sophia Loren, lindíssima e um corpo escultural, a mais divertida do belo elenco, pois os coadjuvantes são de primeira Alastair Sim, Vittorio De Sica e Gary Raymond, principalmente.
Produção inglesa indicada ao BAFTA de melhor roteiro britânico, que é uma adaptação solta da peça de mesmo nome de George Bernard Shaw (1856-1950), de 1936. Esta comédia romântica foi um dos filmes mais populares nas bilheterias britânicas em 1960.
Peter Sellers (1925-1980) e Sophia Loren gravaram a música "Goodness gracious me!" para promover o filme. A música se tornou um grande sucesso mundial. Sellers confessou que durante as filmagens se apaixonou perdidamente por Sophia - que não lhe deu muita atenção. Em 1953, Katharine Hepburn planejava filmar esta peça de Bernard Shaw e contratou Preston Sturges para escrever um roteiro. Apesar do fato de Sturges ter apresentado um roteiro muito engraçado, o acordo para fazer o filme, que teria co-estrelado por Alec Guinness, se desfez. Peter Sallis foi contratado para aparecer neste filme, mas seu papel não foi filmado.
Uma jovem italiana, rica e bem posicionada, Epifania Parerga, não gasta nada com todo tipo de luxo. Sua visão materialista do mundo mudará radicalmente quando passa a conhecer o médico hindu Ahmed el Kabir, um homem que cuida das classes mais desfavorecidas de Londres. O final do filme termina com o tradicional 'E eles viveram felizes para sempre'.
Todo filme com a Sophia Loren, a mulher mais linda que já pisou no planeta Terra, ganha alguns pontos a mais. O filme é uma típica comédia romântica dos anos 60, com cenas engraçadas, com ótimos atores, Loren esbanjando carisma e com Sellers cativante como sempre. Há até algumas criticas significativas contra o estilo de vida capitalista e uma agulhada forte no macartismo que durou até três anos antes do lançamento deste filme em Hollywood, com Sellers vivendo um indiano comunista cheio de valores enquanto Loren vive a capitalista que não consegue enxergar as pessoas. Ótimo filme para uma tarde chuvosa com a melhor companhia que o cinema pode oferecer.
BLOG: ORÁCULO ALCOÓLICO
Sigam Nossa Página no Facebook