Alfie (Michael Caine) é um charmoso conquistador que vive em Londres. Ele tem várias aventuras amorosas, pois sempre quer mais mulheres na sua "coleção". Ele as usa, pois não tem nenhum tipo de censura e pula de uma cama para outra sem nenhum remorso. Porém Alfie não é tão despreocupado ou indiferente como tenta passar para a audiência, para quem fala diretamente diversas vezes. Tentando ser livre como um pássaro, ele ignora quem realmente o ama e seu filho acaba sendo criado por outro homem. Somente após várias conquistas e vitórias dúbias ele começa a questionar sua vida.
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Tomei ciência deste filme através do lançamento de Alfie, O Sedutor protagonizado por Jude Law, regravação desta fita sessentista atuado friamente sem sex apple por Michael Caine. Embarquei na sessão já sumamente desconfiado, uma vez que, sua regravação não tinha sido lá essas coisas. Infelizmente, o original conseguiu ser pior; longo, enfadonho, arrastado, chato, machista e nem como comédia funcionou comigo. Lewis Gilbert foi um diretor que rodou dois filmes do agente James Bond e rodou outros bons filmes, mas Alfie Como Conquistar as Mulheres foi uma tremenda bola fora. Ruim!
Um lixo de filme, não tem enredo nenhum, é só o Alfie sendo insuportável do início ao fim. Mas o que esperar de um filme britânico também né? 90% dos filmes de lá são de uma chatice sem fim.
Uma das ótimas versões do conto.Mantém os bons diálogos,encontros e traz uma dose alta de sarcasmo envolvendo o protagonista que cai bem em cada situação.Caine em uma das mais divertidas apresentações da carreira.
>Assistido em 13 de Dezembro de 2022
Comédia interessante, traz vários temas polêmicos à discussão. Com Alfie "conversando" diretamente com o público sempre com muito humor negro, cinismo e acima de tudo muita sinceridade.
A princípio o filme pode parecer uma apologia ao hedonismo e promiscuidade pela forma como Alfie leva sua vida tendo como único objetivo transar e curtir ao máximo, utilizando sem pudores as mulheres como objetos sexuais.
Mas ao longo do tempo se percebe que o objetivo do filme é justamente o contrário. É passada uma mensagem extremamente moralista e conservadora a medida em que o protagonista vai sendo "amaldiçoado" por todas suas atitudes levianas. Perdendo amizades, ficando sozinho nos momentos de doença, vendo seu filho ser criado por um cidadão respeitado pela sociedade e culminando na deprimente sequência do aborto onde ele se vê diante das piores consequências do seus "pecados".
Mesmo sendo um filme um tanto bipolar, não deixa de ser uma boa comédia com muitas situações tragicômicas que a maioria dos homens já se deparou em algum momento da vida.
Além disso vale destacar a coragem da produção em produzir um filme recheado de tabus em plena década de 60. Inclusive a refilmagem de 2004 com Jude Law parece bem menos polêmica e mais politicamente correta, o que valoriza ainda essa versão de 1966!
Alfie é um eterno sedutor de mulheres e se diverte com isso. Mesmo que seja interpretado por um eficiente Michael Caine que aqui está convincente como o cínico conquistador de mulheres chauvinista, a verdade é que seu personagem passa muita antipatia por ser arrogante ao extremo com as mulheres e essas ficam submissas mesmo sendo “avacalhadas” por ele, e cá entre nós, isso não foi lá muito convincente. O diretor acertou ao fazer o protagonista sempre dialogar com a câmera, como se fôssemos cúmplices dele (pode ter sido uma inspiração para “Curtindo a Vida Adoidado”, quem sabe), mas o filme no geral não é lá aquelas coisas, achei muito irregular.