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Data de lançamento
10 Março 1989Duração
Prepare-se para uma trilogia extremamente diversificada e repleta de estrelas sobre a vida na cidade grande. Um dos filmes mais comentados dos últimos anos, Histórias de Nova York conta com a colaboração criativa de três dos diretores mais populares dos Estados Unidos: Martin Scorsese, Francis Coppola e Woody Allen.
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Passeiuifos a os querendo assistir estas antologias, de modo que, achava que tratando-se de passada em Nova York teria um Tom mais classudo e jaizístico, mas enganei -me e de certo modo decepcionei-me com as direções irregulares dos três cineastas envolvidos.
No primeiro conto, Nick Nolte é um pintor numa fase ruim sem inspiração até que uma bela jovem volta a morar com ele. O segundo conto fala sobre uma menina rica que mora em um hotel de luxo e conta suas peripécias. Este conto dirigido por Francis Ford Copplla ( é fraquíssimo). E o último conto, fala sobre advogado que vive as sombras da mãe. No geral, são contos razoáveis, sendo que o segundo, é o mais fraco dos três. Assistam apenas por curiosidade!
“New York Stories” (1989) é um projeto ambicioso que reúne três grandes nomes do cinema — Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Woody Allen — cada um responsável por um curta ambientado em Nova York. A ideia é boa: três visões distintas sobre a cidade e seus personagens, três estilos marcantes e três diretores que figuram constantemente entre os maiores de todos os tempos. Porém, o resultado final está longe de ser memorável.
O primeiro segmento, “Life Lessons”, dirigido por Scorsese e estrelado por Nick Nolte e Rosanna Arquette, tem boas atuações, mas a trama sobre um pintor obcecado por sua assistente acaba sendo cansativa. Scorsese imprime seu estilo intenso e visualmente vibrante, com ótima trilha sonora e energia, mas falta algo que prenda o espectador — parece mais um exercício de estilo do que uma história realmente envolvente.
O segundo, “Life Without Zoë”, de Coppola, é o mais fraco do trio. A história de uma garotinha rica vivendo aventuras em hotéis de luxo é rasa e desinteressante, sem o menor impacto emocional. Nem o charme visual e o tom fantasioso conseguem disfarçar o fato de que o curta vai literalmente do nada para lugar nenhum. É difícil acreditar que seja do mesmo diretor de “O Poderoso Chefão” e “Apocalypse Now”. Pra piorar, até a cena do assalto, que deveria trazer um mínimo de tensão ou suspense, parece uma brincadeira de colégio — nada tem peso, ninguém parece levar a sério, e tudo se desenrola como se fosse um ensaio mal dirigido. É aquele tipo de momento em que dá pra rir não porque é engraçado.
Já o último, “Oedipus Wrecks”, assinado por Woody Allen, salva parcialmente o conjunto. É o mais leve e engraçado, com boas sacadas típicas do humor neurótico e autodepreciativo de Allen. A história do homem atormentado pela mãe controladora que reaparece no céu é absurda, mas divertida. A interpretação de Mae Questel (a voz original da Betty Boop) como a mãe é irritante, mas combina com o tom cômico proposto.
Ainda assim, há momentos forçados — principalmente quando ele já se envolve com outra e rapidamente se noiva, apenas para tudo voltar ao normal num final meio conveniente.
Nenhuma história tem nada demais, em especial a segunda, que vai do nada para lugar nenhum. A primeira é fraca também, e a última até que tem seus momentos bons de comédia, mas aquela velha é um pé no saco.
E do nada a outra larga ele e ele já mete um noivado com a nova? Aí é forçar demais. Do nada a véia já decide que gosta dele e desce do céu para voltar tudo ao normal, mas mesmo assim essa consegue ser a melhor história.
No fim das contas, “New York Stories” é uma antologia irregular, com três mestres da direção entregando trabalhos que, apesar de interessantes em estilo e proposta, variam muito em qualidade. É curioso ver o contraste entre eles e as diferentes formas de retratar Nova York, mas no geral, a coletânea fica mais como uma curiosidade cinematográfica do que como algo realmente marcante.
Assistido em 12/10/2025
assisti esse filme muitos anos atrás e recentemente vi "After Hours", tbm do Scorsese, o que me fez lembrar muito desse aqui que por acaso não estava nem marcado como visto no site e muito menos lembrava que tbm tinha participação do diretor
As duas primeiras histórias são boas, mas esquecíveis. Scorcese e Copolla que me perdoem, mas o mestre Woody Allen colocou vocês nos bolso! Que história hilária! Kkk...dei boas risadas.
A história do pintor é boa. Poderia ter virado um longa-metragem.