Empresário espertalhão arranja dois empregos na mesma boate para sua única cliente, que é forçada a se desdobrar para cumprir ambos sem ser reconhecida.
"Copacabana", de 1947, traz no elenco principal, a dupla Groucho Marx e Carmen Miranda que tentam segurar o filme, que resultou em uma produção apenas mediana e nada excepcional. É bem leve e descontraído, feito para ser assistido como mero passatempo despretensioso e só. Os números musicais apresentados pela nossa pequena notável são um atrativo à parte. Pela nostalgia, vale duas estrelas.
Este filme da fase final de Carmem Miranda possui números musicais irregulares, mas as canções são ótimas. O filme trai o título homônimo, uma vez que, pensei que se tratasse de uma trama cômica passada na cidade do Rio de Janeiro (aqui apenas mencionam a cidade maravilhosa e tem a personagem de Carmem Miranda como uma brasileira e que na verdade todos nós pensávamos que fosse !?). O elenco de apoio é simpático, mas é justamente a dobradinha de Carmem Miranda e Grouxo Marx que apimenta o enredo. Leve e divertido!
Na revisão, diverti-me bem mais: ainda que haja algo de forçado no modo como as piadas surgem, estas são engraçadíssimas. Eu e minha mãe gargalhamos em várias seqüências! Pena que a subtrama da secretária apaixonada pelo patrão não seja tão interessante. E os números musicais são irregulares. Mas é um filme bacana, que documenta bem a fase final da carreira cinematográfica da musa, já em leve declínio... (WPC>)
26.10.2004
"Copacabana", de 1947, traz no elenco principal, a dupla Groucho Marx e Carmen Miranda que tentam segurar o filme, que resultou em uma produção apenas mediana e nada excepcional. É bem leve e descontraído, feito para ser assistido como mero passatempo despretensioso e só. Os números musicais apresentados pela nossa pequena notável são um atrativo à parte. Pela nostalgia, vale duas estrelas.
Este filme da fase final de Carmem Miranda possui números musicais irregulares, mas as canções são ótimas. O filme trai o título homônimo, uma vez que, pensei que se tratasse de uma trama cômica passada na cidade do Rio de Janeiro (aqui apenas mencionam a cidade maravilhosa e tem a personagem de Carmem Miranda como uma brasileira e que na verdade todos nós pensávamos que fosse !?).
O elenco de apoio é simpático, mas é justamente a dobradinha de Carmem Miranda e Grouxo Marx que apimenta o enredo. Leve e divertido!
Medíocre... Me pergunto como Carmen pôde colocar o próprio dinheiro numa produção desse nível, que só serviu para rebaixá-la como artista.
Na revisão, diverti-me bem mais: ainda que haja algo de forçado no modo como as piadas surgem, estas são engraçadíssimas. Eu e minha mãe gargalhamos em várias seqüências! Pena que a subtrama da secretária apaixonada pelo patrão não seja tão interessante. E os números musicais são irregulares. Mas é um filme bacana, que documenta bem a fase final da carreira cinematográfica da musa, já em leve declínio... (WPC>)