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Colt (Elias Koteas), um humano, e Cash (Angelina Jolie), uma andróide bela e fatal, tentam fugir juntos da "Pinwheel Robotics Corporation", por um labirinto subterrâneo belo e cheio de laboratórios. O local é habitado por pessoas que há muito tempo não sentem o gostinho de ar fresco, onde criam humanos sintéticos para comercialização. Eles são perseguidos pelo cruel caçador de recompensas Mestre Danny Bench (Billy Dango) e um ninja assassino, que farão de tudo para que eles não consigam alcançar o seu objetivo. Filme que lançou Angelina Jolie ao mundo, mesmo que seu personagem de explosão tenha sido apenas em Hackers - Piratas de Computador.
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A história é sobre um professor de artes marciais que se apaixona por uma ciborgue gostosa.
Lançada 4 anos após o original, é uma típica sequência forçada tentando pegar carona no sucesso do primeiro filme. Tem cenas aleatórias e desconexas do primeiro filme sem qualquer contexto, é mais uma cópia malfeita da obra-prima Blade Runner - O Caçador de Androides (1982) do que uma continuação legítima.
O roteiro é fraco e as cenas de ação mal coreografadas, o único atrativo da produção é a presença da jovem Angelina Jolie, muito bonita como a ciborgue Cash, em início de carreira antes de ficar famosa em Hollywood.
Uma continuação picareta, ruim e chata.
Ranking:
7.0/100=(Cyborg 1) Cyborg - O Dragão do Futuro (1989)
4.0/100=(Cyborg 2) Cyborg 2 (1993)
3.0/100=(Cyborg 3) Cyborg 3 - A Criação (1994)
De todos os filmes da atriz Angelina Jolie, esse é o menos comentado, talvez por ser um dos quais a estrela menos se orgulha de ter participado. No programa de bastidores Inside the Actor's Studio, em 2005, ela disse "Eu fiz um filme B (de baixo orçamento) fantástico". Quando o apresentador James Lipton perguntou se foi uma boa experiência, ela respondeu "Foi bom até eu vê-lo".
Em 2001, a atriz Angelina Jolie comentou sobre o filme em uma entrevista ao jornal New York Times. Ela declarou ter voltado para casa e ficado com nojo após assisti-lo.
O papel de Chen foi originalmente concebido para um homem. Após a atriz Karen Sheperd ganhar uma oportunidade no filme nos testes, os produtores mudaram a personagem para uma mulher e Karen ganhou o papel.
Mais um filme de Apocalipse Shwageneguer! Guerras, mortes, cyborges e Nóis tudo fudido tentando sobreviver. O filme tem uma estória que distrai, tudo nível B, trash com aquela trilha sonora compartilhada por todos os filmes de ficção da década! Tudo no tecladinho Johnson Johnson. A Angelina Jolie jovem é um colirio, bem mais saudável! Hoje está só o chucrute de tão magra. Aqui ela está toda Andróida, tem brigas boas, tiros mas essa continuação do Cyborg do Van Damme é um negócio muito estranho! Tipo, eu não achei nenhuma relação desse filme com o anterior. Mas são os anos 90... E no mundo trash pode tudo. O final do filme é uma doideira e o cara junto com a Jolie que é uma Androida vivendo um Happy End no deserto. Lógico que ele virou um maracujá mucho e ela ficou só no sapatinho... Distrai.
Um dos roteiros mais bobos q já vi na minha vida.
Como sequência do Cyborg original tem pouco em comum, salvo uma ou outra menção ao Cyborg daquele filme e ao personagem do Van Damme, inclusive com imagens. No mais, se mostra uma ficção até bacana, porém com pouca ação, bons efeitos e cenários, porém peca por alguns momentos confusos. Vale destacar o excelente elenco que vai do inusitado casal protagonista composto por Angelina Jolie e Fernando Koteas, e ainda conta com figuras como Billy Drago e o grande Jack Palance, além do gigante Sven-Olen Thorsen no seu tradicional papel que extrapola todos os limites da insignificância.