A poderosa advogada Marley enfrenta o caso mais pessoal de sua carreira ao ficar encarregada de descobrir a verdade por trás do assassinato do marido de sua melhor amiga, Fela. Com a ajuda do namorado, um ex-policial que agora trabalha como detetive particular, Marley tenta desvendar o que realmente aconteceu, mas encontra um labirinto de mentiras e traição.
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Gente... horrível! Esvaziamento da pauta, atuações sofríveis (exceto da nossa eterna Bonnie). Filmeeeco. Ruinzinho mesmo!
Duplicidade sofre de um problema bastante típico das produções de Tyler Perry: começa de maneira interessante, apresenta uma premissa que desperta curiosidade, mas aos poucos vai se tornando cada vez mais clichê até chegar a um resultado bastante esquecível.
Kat Graham até se esforça e é, para mim, um dos poucos destaques do filme. O restante do elenco, porém, é bastante fraco, o que acaba prejudicando ainda mais uma história que já não consegue sustentar completamente o seu potencial.
Apesar de apresentar um ou outro momento de suspense, o filme nunca conseguiu realmente me conquistar ou me cativar. No fim, Duplicidade acaba sendo apenas mais um thriller genérico, que começa prometendo mais do que consegue entregar e termina sem deixar uma impressão muito significativa.
A trama acompanha uma advogada que decide investigar a morte de um homem negro durante uma abordagem policial. A vítima não era um desconhecido: ele era amigo da protagonista e marido de sua melhor amiga. Determinada a descobrir o que realmente aconteceu, ela mergulha na investigação e percebe que existem muitas peças que não se encaixam. Conforme a verdade começa a surgir, o caso toma rumos completamente inesperados, culminando em um grande plot twist.
Gostei bastante da forma como o filme conduz essa discussão. Ele levanta um debate importante sobre a violência policial e, ao mesmo tempo, mostra como pessoas podem se aproveitar de acontecimentos tão dolorosos para manipular narrativas e alcançar seus próprios objetivos.
O único ponto que me decepcionou foi o final. Depois de toda a construção da investigação e da descoberta da verdade, tudo acontece muito rápido. O grande plot é revelado e, praticamente em seguida, o filme termina. Senti falta de um desfecho mais desenvolvido, mostrando melhor as consequências de tudo o que aconteceu.
Mesmo com esse final apressado, Duplicidade é um filme interessante e que vale a pena assistir. Além de prender a atenção com seu suspense, entrega uma crítica social relevante e deixa o espectador refletindo sobre como nem sempre a verdade é aquilo que parece à primeira vista.
Eu gostei e não esperava por esse final!
O filme começa muito bem apresentando uma trama de assassinato e acompanhando a tentativa de uma advogada de buscar justiça. Porém no decorrer da história as coisas desandam, a narrativa passa a misturar investigação, conspiração e um esquema motivado por dinheiro. Dá a sensação de que o roteiro foi escrito com uma proposta inicial e no meio do caminho tentaram mudar a direção da trama resultando em uma obra esquecível que se perde em seu próprio desenvolvimento.
Acredito que se o filme tivesse mantido o foco na premissa inicial explorando o julgamento, a atuação policial e até mesmo questões raciais poderia ter entregado uma história consistente e alcançado um resultado bem melhor.