Fingers at the Window 1942, no Brasil Dedos Diabólicos, é um policial noir típico da primeira metade dos anos 40 que aposta em uma narrativa direta, enxuta e focada mais na atmosfera do que em uma trama complexa ou cheia de camadas psicológicas. O filme se apoia bastante no clima urbano sombrio, nas ruas vazias e na sensação constante de ameaça, elementos clássicos do gênero que ajudam a construir tensão logo nos primeiros minutos e a manter um ritmo relativamente ágil ao longo da história. Mesmo sendo uma produção simples e sem grandes ambições narrativas, ele tenta equilibrar mistério, perigo e investigação policial dentro de uma estrutura bem tradicional da época, o que acaba evidenciando tanto suas qualidades atmosféricas quanto algumas limitações narrativas e decisões questionáveis de personagens e encenação.
Filme bem básico, porém curto e eficiente, o clima noir e de mistério é muito bom, especialmente no começo com aquelas ruas desertas e escuras, transmite uma atmosfera boa que condiz com o clima de perigo que o filme tem que passar. Mas claro, também tem seus defeitos, a polícia burra e inoperante como sempre, eu fico muito puto quando eles
ignoram as possibilidades de alguém estar falando a verdade sem nem sequer correr a fita para se certificar, e já descartam com uma certeza que os crimes ocorrem exatamente como eles pensam em suas cabeças, acho isso patético,
o mesmo digo daquele Dr. Cromwell, o psiquiatra, péssimo também.
E a cena final com Dr. Santelle atirando contra vários homens da polícia na porta, todos um do lado do outro, sei lá, devia ter uns 5/6 e ele simplesmente não acerta nenhum, mas ao atirarem nele, um só tiro o mata e a sua encenação foi péssima e risível.
E olha que eu gosto de Basil Rathbone, acho que é um grande nome dessa era do cinema, e aliás o único ator mais conhecido por mim no filme.
Fingers at the Window 1942, no Brasil Dedos Diabólicos, é um policial noir típico da primeira metade dos anos 40 que aposta em uma narrativa direta, enxuta e focada mais na atmosfera do que em uma trama complexa ou cheia de camadas psicológicas. O filme se apoia bastante no clima urbano sombrio, nas ruas vazias e na sensação constante de ameaça, elementos clássicos do gênero que ajudam a construir tensão logo nos primeiros minutos e a manter um ritmo relativamente ágil ao longo da história. Mesmo sendo uma produção simples e sem grandes ambições narrativas, ele tenta equilibrar mistério, perigo e investigação policial dentro de uma estrutura bem tradicional da época, o que acaba evidenciando tanto suas qualidades atmosféricas quanto algumas limitações narrativas e decisões questionáveis de personagens e encenação.
Filme bem básico, porém curto e eficiente, o clima noir e de mistério é muito bom, especialmente no começo com aquelas ruas desertas e escuras, transmite uma atmosfera boa que condiz com o clima de perigo que o filme tem que passar. Mas claro, também tem seus defeitos, a polícia burra e inoperante como sempre, eu fico muito puto quando eles
ignoram as possibilidades de alguém estar falando a verdade sem nem sequer correr a fita para se certificar, e já descartam com uma certeza que os crimes ocorrem exatamente como eles pensam em suas cabeças, acho isso patético,
E a cena final com Dr. Santelle atirando contra vários homens da polícia na porta, todos um do lado do outro, sei lá, devia ter uns 5/6 e ele simplesmente não acerta nenhum, mas ao atirarem nele, um só tiro o mata e a sua encenação foi péssima e risível.
Assistido em 11/02/2026